Esta esquerda, que há muito se habituou a condicionar as cabeças e os corações dos eleitores, controla o léxico da comunicação, continuando a distribuir qualificativos destinados a acordar fantasmas de tiranias passadas (só as "fascistas") e a toldar a dura realidade das presentes tiranias. Mas se ainda domina nos grandes media, na Academia e até nas Artes, perdeu o domínio do povo. E é isso que lhe dói: deixar de controlar o que deve ouvir, ver, pensar e escolher "o povo".
A Ler o artigo de Jailme Nogueira Pinto aqui no Diário de Notícias
Continua a martirologia.
ResponderEliminarDe todo são "tempos interessantes".
ResponderEliminarBem, pelo contrário. São bem complicados e coitados/as do que "estão no convento..."