É um momento particularmente difícil e que nos deixa desnorteados! Grandes baluartes do Catolicismo tradicional, em pungente descompostura, vêm a público quais camponeses desesperados, munidos de archotes e forquilhas, cercar a Cidade Eterna em uma noite de lua minguante para pedir — quem o ousaria imaginar jamais? — a cabeça do Cristo-na-Terra. Católicos tradicionais, conservadores, pedindo em público a renúncia do Papa! Seria inacreditável, uma piada de mau gosto, uma burla grotesca, se não fosse a terrível e dolorosa verdade.
A ler na integra aqui
"Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados"...
ResponderEliminarFrancisco
depois do Rio de Janeiro ter caído para os evangélicos e estes terem cada vez mais poder no Brasil...Os evangélicos prestes a se apoderarem do Brasil e o Vaticano...o Vaticano e o silêncio da expansão islâmica na Europa e em África.....o silêncio do Vaticano quando no Libano a comunidade cristã tem um espada na garganta...
ResponderEliminarEsta gente, pertencente à própria Igreja, que tem vindo a acusar o Papa Francisco, devia ser toda investigada. Isto é muito mau sinal...
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ResponderEliminarConcordo que não nos cabe a nós pedir a renúncia do Papa, mas cabe-nos pedir a Verdade e o respeito pelas vítimas dos abusos.
O João Távora consegue explicar o porquê desta diferença na mensagem dos nossos Bispos?
“A Mensagem de Nossa Senhora aos pastorinhos da Cova da Iria põe de frente e em cheio este problema: não ofendam mais Nosso Senhor. A guerra é castigo do pecado neste mundo, e, se não houver emenda, o castigo final será a irreparável condenação eterna do Inferno. Quando Nossa Senhora pede que se reze o terço para que a guerra acabe, Ela desencadeia uma grande ofensiva de paz, que não é apenas a paz das armas, mas sobretudo a paz das almas com Deus.”
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/Fatima50/N01/N01_master/Fatima50_A1_N01_13Mai1967.pdf
Pastoral colectiva do episcopado português, revista Fátima 50 Ano 1 n.º 1, 13 de Maio de 1967, pág.16 (14 no pdf)
“Fiéis ao carisma de Fátima, somos chamados a acolher o convite à promoção e defesa da paz entre os povos, denunciando e opondo-nos aos mecanismos perversos que enfrentam raças e nações: a arrogância racionalista e individualista, o egoísmo indiferente e subjetivista, a economia sem moral ou a política sem compaixão. Fátima ergue-se como palavra profética de denúncia do mal e compromisso com o bem, na promoção da justiça e da paz, na valorização e respeito pela dignidade de cada ser humano.”
http://www.conferenciaepiscopal.pt/v1/wp-content/uploads/CEP_CartaPastoral_CentenarioFatima.pdf
Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa no Centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, 8 de dezembro de 2016, pág. 11.
A mim parece-me que cada vez há menos para conservar e que a revolução já existe há algum tempo.
ResponderEliminarIsto da Revolução na Igreja é mais pela doutrina de o nosso Papa ter possivelmente, devido á sua simplicidade, sugerir que apertassem os cordões à bolsa dentro do Vaticano e se procurasse ajudar cá pelo mundo, os mais necessitados…
Nem todos devem aderir à esta Doutrina...