quinta-feira, 5 de julho de 2018

Eucaliptos e teorias da conspiração

(...) A sociedade, tendo o bode expiatório do eucalipto e dos grandes interesses económicos associados, só dificilmente se mobiliza para disponibilizar os recursos necessários para resolver a falha de mercado que tem permitido a expansão, em algumas áreas claramente excessiva, do eucalipto.


Pôr a tónica na espécie, em vez de a pôr no verdadeiro problema, isto é, na ausência de gestão, é andarmo-nos a enganar sobre a melhor forma de resgatar o mundo rural da armadilha de fogo em que está metido. (...)


 


A ler o nosso Henrique Pereira dos Santos aqui na integra.


 

6 comentários:

  1. nos tempos que correm devido à falta de virilidade até o 'carvalho' precisa de viagra para crescer


    coisas do camargo

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  2. Falha de mercado?... O eucalipto? Ó Henrique, é um mercado que é uma maravilha, qual falha? O eucalipto é um bode expiatório? O eucalipto está muito confortável, é o rei da floresta. O que eu sei é que qualquer técnico florestal estrangeiro que aqui chega fica assombrado com a percentagem de território ocupado neste país pelo eucalipto e lança as mãos à cabeça. Depois conclui o que toda a gente conclui, menos o Henrique. 

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  3. Aqui, uma posição equilibrada, batendo no Estado, bem, e também bem, sem paciência para a vitimização dos amigos do eucalipto. Já não há paciência.


    https://observador.pt/opiniao/a-grande-desnatacao-de-2018/

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  4. Anónimo, há uma coisa essencial que nos distingue: eu assino o que escrevo, o caro anónimo não.

    Depois há uma coisa acessória que também nos distingue: eu sei ler, o anónimo tem dificuldades que me disponho a minorar.
    Quando alguém escreve: "a falha de mercado que tem permitido a expansão" não está a dizer que a falha de mercado está no eucalipto, mas sim na economia do mundo rural que conduz à falta de gestão e, consequentemente, abre oportunidade às economias que podem, de uma maneira ou de outra, aproveitar essa falha de mercado.
    De resto nem sei por que razão eu deveria ligar mais à opinião das pessoas que ficam espantadas por verem que existe uma coisa que desconheciam que à opinião dos que não só conhecem essa realidade como a estudam: só parolos ligam mais a opiniões de pessoas por serem de fora que às opiniões de quem, sendo de fora ou de dentro, conhece os assuntos sobre os quais se pronuncia.

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  5. Grande frase, ó Narciso.

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