Filhos sem património são filhos deserdados. Gerações privadas da cultura que as precedeu são gerações órfãs. Assim, se a escola de Bourdieu se limitava a produzir ‘herdeiros’, o que fazem hoje as nossas escolas? A escola que resiste à transmissão da cultura mais não faz do que produzir gerações de deserdados. (...)
Os deserdados são a geração de jovens que não lê, que tem medo dos compromissos, fortemente individualista, que se deixa manipular facilmente, alimentada apenas de referentes efémeros e atraída por escassos slogans que preenchem de repente o desconforto do seu próprio vazio.
A ler na integra Margarida Miranda aqui
por várias razões
ResponderEliminareu, minha Irmã, Meus Primos
não temos netos-
podem endividar-se à vontade
ResponderEliminarE por isso é uma utopia uma Igreja conciliar, sem Tradição, apenas com 56 anos.
O texto leva-nos a fazer uma boa reflexão, aplica-se bem sobre a Igreja que temos e que parece se querer ter, que sob a ilusão da liberdade do Homem não dá aos seus filhos o que de mais precioso tem: a Fé, transmitida de forma clara e a Verdade onde possam edificar a vida.
ResponderEliminarCaro João Távora, você que tão bem faz em colocar o Evangelho junto com a análise dos assuntos contemporâneos, convido-o a ler e comentar as seguintes questões sobre a catequese que há dias coloquei trocando ideias com uma catequista.
Coloquei aqui:
http://enxertadosnacruzdecristo.blogspot.com/2018/05/reflexao-sobre-catequese.html
Aqui se vê o quanto longe estamos de dar a verdadeira herança aos nossos filhos.
Também os leitores do blogue ficam convidados, nunca é demais pararmos um pouco e pensarmos.