Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Quantos são? Quantos são?
Tenho cada vez menos paciência para o jornalismo (onde incluo o comentário, até porque está cada vez mais difícil separar notícia de opinião...
-
"Grossa asneira" foi como um amigo meu classificou o que fizeram Fernando Alexandre e Alexandre Homem Cristo. Quando perguntei qua...
-
Li esta frase num texto de um comentador que leio habitualmente com gosto e proveito, no meio de outras como "segundo qualquer observad...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
"esse fundamental não" que Passos Coelho deu a Ricardo Salgado do BES já antes tinha sido dado por José Sócrates a Miguel Cadilhe do BPN.
ResponderEliminarRecordo que José Sócrates foi alvo de muitas críticas, vendas de setores da direita, por se ter recusado a apoiar Miguel Cadilhe num plano de revitalização do BPN, preferindo nacionalizar esse banco.
Ou seja, Passos Coelho não foi o primeiro a dizer não a um banqueiro.
"a Justiça verdadeiramente independente" é um desastre, como agora se está a ver nas nossas relações com Angola.
ResponderEliminarNenhum país que se preza tem uma "Justiça verdaderamente independente" que se permita estragar as suas relações com outros países.
Passos Coelho não reconstruiu o setor económico nacional com enfoque nas exportações. Quem fez isso foram os empresários portugueses. Não foi o Estado.
ResponderEliminar