
Se é uma evidência que uma pessoa comum deve ser muito prudente quando pede (e mais ainda quando aceita) um presente a alguém, de modo a não comprometer a liberdade de que essa relação carece, acho estranho que um Ministro das Finanças não perceba ao que se expõe quando pedincha lugares para ir à bola a um clube de futebol. Não há “código de conduta” que substitua o bom senso e a boa educação, e era bom que os nossos representantes percebessem de uma vez para sempre a exigência ética que implica o serviço público.
Foto: Jornal Recrord
A mim parece-me que há boas razões para a pedinchice, nomeadamente a segurança.
ResponderEliminarNem outra coisa seria de esperar. Em Portugal nenhuma figura pública, nenhuma pessoa importante, vai à bola para o meio da gandulagem. Se um qualquer gestor de uma qualquer empresa que queira ir ao futebol pede um lugar na tribuna presidencial, com muito maior razão um ministro o faz.
Tudo o mais é conversa de Correio da Manhã.
O João Távora está a confundir um ministro com um frade franciscano. É uma confusão comum em Portugal. Em Portugal, a populaçã acha que os minsitros, e os políticos em geral, se devem comportar como frades franciscanos. Andar de corda à cintura, penitenciarem-se, serem castos e pobres, muito, muito pobres. Porque a culpa é toda deles, não tinham nada de terem cometido o pecado original de serem ministros.
ResponderEliminarE mais caro, mas é possível nos nossos estádios a compra de bilhetes em camarotes ou similares (afastado da "gandulagem").
ResponderEliminarAcho muito bem que o ministro ocupe um lugar de acordo com o seu estatuto. Mas que o pague do seu bolso, para bem da sua independência e transparência das suas relações institucionais.
ResponderEliminarSe paga ou não é assunto entre o "GLORIOSO" e o ministro!
ResponderEliminarEste, é um não assunto da direita ressabiada e o pasquim correio e outros similares...
Gente eminentemente reles, eis tudo.
ResponderEliminarConfirma-se: é isto a "ética" republicana.
ResponderEliminarNão existem sujeitos tão parvos como este anónimo.
ResponderEliminarUm avençado em serviço.
Um ministro, uma figura pública, seja rica ou pobre, seja plebeia ou nobre, não tem que andar de corda à cintura a fazer de franciscano, mas tem de ser íntegro, dar o exemplo e pensar duas vezes se estará a proceder com imparcialidade, dentro de normas que não levem sequer ao risco de más interpretações por quem o elegeu...
ResponderEliminarEstá tudo dito
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ResponderEliminarAqui pagou o bilhete!