quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A tragédia de um artista perante um Estado disfuncional

(...) Por delicadeza e decoro, escuso-me a reproduzir aqui o que, estou certo, o Fernando Relvas diria, se pudesse, ao receber os pêsames e o profundo lamento de V. Exa. Mas V. Exa., vate medalhado, não terá dificuldade em chegar lá, mesmo tratando-se de vocábulos que não fazem parte do léxico culto de V.Exa.


Queira pois V.Exa meter o voto de pesar onde melhor lhe aprouver.


 


A ler na integra a carta aberta de Viriato Teles ao Ministro da Cultura Dr. Luís Filipe de Castro Mendes aqui.

2 comentários:

  1. O subsídio em causa terá integrado o conceito de cativação: tinha direito, mas não podia ser disponibilizado, sob pena de agravar o défice da República.

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  2. Parece-me contestável que um subsídio a artistas se transforme numa pensão de reforma de artistas.
    O subsídio deve ser, parece-me, para artistas no ativo, artistas que estão a criar arte. Não deve ser uma pensão de reforma para um ex-artista idoso e doente.

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