
Magnifica litografia de João Christino com uma perspectiva para mim inédita da Avenida da Liberdade em 1905 que fotografei ontem da exposição patente na Biblioteca Nacional. Nela, entre uma bulíciosa mistura de calhambeques, cavaleiros, charretes e ciclistas, vê-se claramente no primeiro quarteirão à esquerda o prédio nº 232 (o quinto) que foi a casa dos meus avós que ainda frequentei.
onde morou antónio das mortes?
ResponderEliminarNo primeiro plano uma carruagem desce a Avenida, precedida por dois batedores. Lá dentro, duas senhoras ocupam os lugares de honra, com um cavalheiro, de chapéu alto, sentado à sua frente, ás ordens. Dois oficiais pararam o seu Panhard e saúdam militarmente, de pé. Mais atrás um polícia imita, perfilado. Cavalheiros tiram o chapéu e, num trem que sobe e se cruza com a carruagem, duas senhoras levantaram-se, curiosas. É fácil de perceber que as Raínhas Dona Amélia e Maria Pia vieram dar uma volta antes da ceia.
ResponderEliminarTambém se nota a parte de cima do coreto que ali existia, em frente ao número 232:
ResponderEliminarhttp://lisboadeantigamente.blogspot.pt/2017/09/antigo-coreto-da-avenida-da-liberdade.html