Alexandra Lucas Coelho na sua crónica na Antena 1 que na passada sexta-feira ouvi acidentalmente, relativizava a importância histórica do Pinhal de Leiria agora destruído pelo fogo, com o facto daqueles pinheiros terem servido para o trafico de escravos, e que o incêndio é afinal uma oportunidade de requalificação daquele espaço. Na segunda-feira anterior, ainda com o País a arder, a arguta ex-namorada de José Sócrates e jornalista do Diário de Notícias, publicava uma crónica de protesto contra a estátua que homenageia o Padre António Vieira no Largo Trindade Coelho em Lisboa, que classifica como uma “celebração racista do imperialismo e colonialismo”.
Imbecilidades em todas as épocas se disseram, mas acontece que não saiam da taberna ou da viela em que eram proferidas. Mas preocupa-me que a boçalidade tenha adquirido o estatuto que tem por estes dias, oriunda das franjas marginais da esquerda, num discurso que se vai chegando subtilmente ao "centro político" – só assim se entende o protagonismo concedido a estas duas sinistras personagens no espaço público através de dois jornais chamados de referência e pela rádio do Estado. De resto este protagonismo exagerado destas figuras só é possível pela pobreza do nosso País com uma classe média frágil, volúvel e com fraco sentido crítico. A história de Portugal é um assunto sério que não necessita de revisionismos nem de requalificação trendy. Para o bem e para o mal é dessa Históra que somos feitos, e de que resultam também Câncios, Lucas Coelho e outras desgraças. Isso não significa que capitulemos perante a imbecilidade. Porque a História é um campo de batalha ideológico que se deve reger por uns mínimos de moralidade, não é terra queimada.
Porque é que qualifica essas duas mulheres como "sinistras"? Elas cometeram algum crime de sangue?
ResponderEliminarNão, é só porque não gosta das opiniões delas. O João Távora tem uma colecção de palavras assim para as pessoas com que não concorda.
ResponderEliminarSr. João Távora
ResponderEliminarApreciei o seu texto e sinto que os 2 casos relatados não são de espantar.
Admito que essas duas pretensas comunicadoras já são o fruto da "educação" e "instrução" que desgraçadamente tem sido comunicada nas escolas portuguesas por muitos pseudo-professores anti patriotas e internacionalistas a soldo de interesses inconfessáveis.
Infelizmente iremos assistir, cada vez mais, ao vómito ignominioso da ignorância arrogante destes novos produtos da sociedade.
Um povo ignorante que não quer ilustrar-se, que tudo tolera porque não está para se aborrecer e que não exige ser tratado com dignidade, não cria as boas condições para ser amanhã melhor que hoje.
Seremos assim, sempre uns míseros morais e materiais à mercê de interesses estranhos e com tendência para nos extinguirmos, escravizados por outrem.
Um Povo que desconhece e desdenha o seu Passado, que não sabe situar esse passado à respectiva época, não merece ser uma Nação.
Subscrevo.
ResponderEliminarAlexandra L. Coelho e também Irene Pimentel protagonizam uma crónica semanal na Antena 1, antes das nove da manhã, pautadas por algum azedume e indisfarçável cegueira que me deixam muito agastada, em parte, por da antena do Estado se tratar. Uma maçada e assim, deixei de as ouvir. Valem as crónicas, no mesmo horário, das quartas, quintas e segundas - imperdíveis -.
É para isso que tem um botão para mudar de estação de rádio...
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