"Ainda terá hesitado, até porque ainda não teria alternativas profissionais".
Depois de meses (anos) a fazer bulying sobre o suburbano de Massamá que empobreceu os portugueses por puro sadismo, faltava um requinte final na notícia da sua derrota: insinuar que só estava onde estava por falta de emprego alternativo.
Isto é, acima de tudo, uma pulhice, mas acessoriamente é profundamente estúpido dizer isto de uma pessoa que nos próximos dois anos, se quiser, tem o lugar de deputado assegurado, o que é tempo mais que suficiente para encontrar trabalho.
Há quem chame a isto jornalismo.
Eu acho que é só mesmo uma profunda estupidez associada à mais completa falta de carácter.
Adenda: Vejo que os dois autores da notícia retiraram a frase, o que só lhes fica bem, mas sem fazer qualquer referência ao facto e sem um pedido de desculpas, o que só lhes fica mal
Vvendo bem as coisas se um político não tem emprego após seeis anos de primeiro ministro mostra ben que é um político sério. Os trafulfas têm todos os empregos do mundo. Ou a conta bancária cheia
ResponderEliminarrealmente...basta olhar o observador hoje, que os passistas de lá não ficam atrás...então no Blasfémia o Rui A...
ResponderEliminarOnde foi isso publicado, Henrique?
ResponderEliminarFoi publicado no Observador, João, mas, e bem, os autores da peça retiraram a frase depois de eu ter feito este post (de que lhes dei conhecimento por mail) sem que, no entanto, tenham feito menção a essa alteração.
ResponderEliminarEu ando a questionar-me se temos uma democracia de facto ou se temos uma democracia meramente nominal. A Esquerda assaltou todo e qualquer recanto do aparelho estatal, mantendo as entidades reguladoras e organismos de vigilância da actividade governativa que ainda não foram tomados por ela sob uma constante barragem de assédio (basta lembrar, por exemplo, o autêntico bullying feito sobre Teodora Cardoso do CFP). A pessoa pouco confiável que ocupa a presidência da república rege a sua existência por dois únicos interesses: a sua augusta pessoa e assegurar a recoroação, nem que para isso tenha de alternar entre ser guarda pretoriano e ser câmara de ressonância de um conjunto de gente sem qualidades. O jornalismo, ao invés de cumprir o seu papel de relator da realidade e escrutinador do discurso político, tornou-se sem qualquer pudor uma brigada de choque na guerrilha política, viciando ainda mais um jogo já de si desigual.
ResponderEliminarmais que estupidez..é filhodepu******ce
ResponderEliminarfoi o que os media sempre fizeram sobre PPC...troika.....etc....
sempre...sempre branqueando a BANCARROTA XUXA--SOCRÁTICA