Como a larga maioria das pessoas, eu voto por exclusão de partes: começo numa ponta, vou excluindo, excluindo, excluindo até não haver em quem votar.
Nessa altura volto atrás à procura da menos má das soluções que rejeitei, de acordo com os critérios que defini previamente.
E vou fazendo isto ao longo do tempo, até ao dia das eleições.
Está na altura de recomeçar a rebobinar as opções existentes que me garantam a maior prudência possível na gestão da dívida (desde que num quadro democrático e de um Estado de direito).
Não tenho a certeza se os dois anos que há pela frente até às próximas eleições sejam suficientes para este processo de fixação do voto esteja terminado a tempo das eleições.
o nosso voto poderá variar em função de tanta coisa! o importante é estarmos informados e decidir em consciência
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