quinta-feira, 22 de junho de 2017

António Salgueiro

Nestes dias, em que até eu, seguramente não especialista em fogos (o que estudei é evolução da paisagem e os fogos surgem no meu caminho apenas pela sobreposição que existe nos dois assuntos, procurando eu usar a melhor informação disponível nas matérias que não conheço directamente, sobertudo servindo-me do trabalho de Paulo Fernandes e José Miguel Cardoso Pereira), devo ter dado mais de dez entrevistas, em diferentes formatos, a diferentes jornalistas, António Salgueiro não tinha dito nada até hoje.


Sei que não foi por falta de esforço dos jornalistas envolvidos na produção de informação sobre fogos porque eu próprio sugeri a vários que falassem com António Salgueiro, que esteve sempre na lista de pessoas que vale a pena ouvir sobre o assunto de cada vez que me pediam indicação de quem poderia contribuir seriamente para a discussão. Muitas vezes ouvi de volta que o António não queria falar naquele momento.


Mas hoje tem uma entrevista ao Público e à Renascença, que provavelmente lhe vai sair cara do ponto de vista pessoal e é fundamental neste momento.


O que eu queria era mesmo agradecer publicamente a coragem do que é dito, a ponderação do que é dito e a liberdade de espírito do António.


Obrigado.


 

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