domingo, 19 de março de 2017

Domingo


 


Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.
O nascimento de Jesus deu-se do seguinte modo: Maria, sua Mãe, noiva de José, antes de terem vivido em comum, encontrara-se grávida por virtude do Espírito Santo. Mas José, seu esposo, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo. Tinha ele assim pensado, quando lhe apareceu num sonho o Anjo do Senhor, que lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados».
Quando despertou do sono, José fez como lhe ordenara o Anjo do Senhor. (Mt 1, 16.18-21.24a)

2 comentários:

  1. Exmo sr João Távora
    Talvez por o meu comentário anterior ter sido brusco e não ter seguido os parâmetros normais da conversa civilizada o sr. optou por não me responder a uma pergunta simples e bastante clara. Não me consigo lembrar de outra razão, porque se uma pessoa divulga publicamente artigos da sua fé deve, penso eu , estar disposto a defendê-los e justificá-los. De igual modo, a aceitação do meu comentário para publicação dá a entender que tem alguma espécie de validade, mas por alguma razão não mereceu resposta.
    Como católico praticante e militante público  ficava-lhe bem defender as suas crenças de ataques e questões e não simplesmente publicar aqui trechos evangélicos e depois ir-se embora. Perguntei se lhe oferecia algum comentário o facto de haver  heróis e figuras religiosas noutras épocas e culturas que partilham com Cristo aspectos da sua origem , tal como a concepção da virgem.Isto parece-me importante e de certo modo central, mas para si pelos vistos é uma provocação que nem merece resposta. Acreditar no que foi escrito sobre as intenções , pensamentos e acções de um homem , neste caso José , que já tinha morrido quando o autor do texto conheceu Cristo pode no mínimo ser questionado, mas lá está, questionar não é encorajado. 
    Lamento que nem sequer se tenha dado ao trabalho de dizer "não, não tenho comentário a fazer sobre isso", seria pelo menos observar uma cortesia devida no debate público, debate que o sr.  inicia de cada vez que faz uma publicação. Mais uma vez espero que tenha sido o tom da minha questão e não a relutância em discutir temas. De qualquer modo, aprendi a lição, já sei que aqui os evangelhos são para divulgar e inspirar e não para fazer pensar e questionar.
    Respeitosamente,
    Jorge Ventura

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  2. Lamento mas não reparei no seu comentário, para além de só excepcionalmente respondo a comentários no blog por uma questão de falta de tempo. Mas já que reclama, aproveito para informar que não comento a sua afirmação porque não conhecer os factos que faz referência.
    Cordiais cumprimentos, 

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