segunda-feira, 20 de março de 2017

A nossa triste sina

(...) Na verdade Santana não seria um extraordinário primeiro-ministro mas não só foi substituído por outro bem pior como ao aceitar-se que Santana Lopes fosse corrido daquela forma se deixou implícito que a legitimidade dos primeiros-ministros em Portugal não resulta apenas dos votos.


Esta é a lição que Sampaio nos deu em 2004: em Portugal existe quem mande – a esquerda que para o efeito obedece ao PS – e depois temos os subalternos que não vale a pena dizer que são de direita porque na verdade eles vivem num não lugar que, por prudência, definem como “não ser de esquerda”. (...)


 


A Ler Helena Matos no Observador


 

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