"Corte nos custos, "limpeza" de imparidades, juros baixos nos depósitos e venda de unidades no exterior" é, ao que parece, o que se pretende fazer na Caixa Geral de Depósitos.
Contratam ministros viciados em austeridade e logo que chegam aplicam ideologicamente a sua receita a qualquer organização, a única que conhecem e aplicaram no governo de que fizeram parte.
É incompreensível que não alinhem com o modelo Centeno que o Novo Tempo defende e aplica no país: aumento de remuneração dos trabalhadores, expansão do número de balcões, justa remuneração de trabalhadores e clientes, reforço do crédito concedido, enfim, expansão do negócio rapidamente para que os lucros assim aumentados possam recapitalizar a empresa sem serem sempre os mesmos a pagar os ajustamentos.
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