Esta cançoneta de Duarte Silva gravada entre 1910 e 1920 vale como testemunho de que a vulgaridade (inofensiva, admitamos) é um predicado ancestral: a malandrice revisteira da analogia dos legumes ao sexo.
Outras curiosidades fonográficas aqui
Esta cançoneta de Duarte Silva gravada entre 1910 e 1920 vale como testemunho de que a vulgaridade (inofensiva, admitamos) é um predicado ancestral: a malandrice revisteira da analogia dos legumes ao sexo.
Outras curiosidades fonográficas aqui
Tenho cada vez menos paciência para o jornalismo (onde incluo o comentário, até porque está cada vez mais difícil separar notícia de opinião...
Sem comentários:
Enviar um comentário