quinta-feira, 8 de maio de 2014

Anticlericalismo republicano


O número de padres ordenados por ano nunca diminuiu (cerca de 50 entre 1910 e 1930. Em paróquias como as de Lisboa, desenvolveu-se um Catolicismo mais rigoroso e participado pelos fiéis, com a generalização da prática da homilia e da catequese. (…) Como em França, emergiu uma nova elite de intelectuais crentes, alguns deles antigos ateus, prontos a fazer literatura a partir a sua conversão, como o ex-anarquista Manuel Ribeiro, com o romance “A Catedral” (1920).


História de Portugal

Coordenação Rui Ramos
A Esfera dos Livros

 


2009

1 comentário:

  1. Ora ainda bem!
    Mais uma prova que misturar religião e política, como a monarquia fazia, não é só mau para os não religiosos.
    Razão tinha Afonso Costa ao legislar a separação da Igreja e do Estado.

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