sexta-feira, 18 de abril de 2014

Eu gostava era de saber escrever assim

(...) Não sou "do vinte e cinco" porque não vivi os tempos revolucionários, não simpatizo com boa parte da mitologia, e certamente não queria para o meu país socialismos à cubana ou à albanesa. Sou do "vinte e quatro", então, não por saudosismo ou trauma, mas por inerência, uma "inerência discordante", porque nasci numa família de pessoas decentes e honestas e preocupadas com o bem comum, e que no entanto só se tornaram democratas ex post facto pessoas para quem a democracia significou uma modernização forçada, e só depois uma convicção. (...)


 


Pedro Mexia "Vinte e Quatro" hoje na revista Actual do Expresso.


 

1 comentário:

  1. Adoro Abril, quando os viúvas do estado novo, rasgam as vestes e choram as suas mágoas. 

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Está tudo igual, excepto o estreito, que passou a estar fechado

O título resulta de um comentário que me foi feito sobre os efeitos da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, e é um argumento recorrente....