(...) Não sou "do vinte e cinco" porque não vivi os tempos revolucionários, não simpatizo com boa parte da mitologia, e certamente não queria para o meu país socialismos à cubana ou à albanesa. Sou do "vinte e quatro", então, não por saudosismo ou trauma, mas por inerência, uma "inerência discordante", porque nasci numa família de pessoas decentes e honestas e preocupadas com o bem comum, e que no entanto só se tornaram democratas ex post facto pessoas para quem a democracia significou uma modernização forçada, e só depois uma convicção. (...)
Pedro Mexia "Vinte e Quatro" hoje na revista Actual do Expresso.
Adoro Abril, quando os viúvas do estado novo, rasgam as vestes e choram as suas mágoas.
ResponderEliminar