quarta-feira, 19 de março de 2014

Continuidade

 


Desde a sua fundação, a continuidade da Pátria é assegurada pelo Príncipe e pela sua sucessão. É pois motivo de júbilo para os Portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o Senhor D. Afonso, Príncipe da Beira, digno representante, com Seu Pai, de toda a Nação Portuguesa. 


 

14 comentários:

  1. mais priviligeados?
    Não por favor.


    Esse miudo tem a vida feita ainda antes sequer de se esforçar. Dispenso.
    Que ele represente o pai dele? Com certeza, mesmo sem bigode nem voz de rouxinol resfriado.
    Que nos represente a todos? Acho que nem o JT acredita nisso.

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  2. João Távora, é um miúdo que faz 18 anos. Os portugueses têm mais que fazer do que ir aclamar miúdos. Não existem príncipes em Portugal. Andam é a ler demasiado a Hola. 

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  3. Eu vou, e sou português e não leio a Hola.
    E gostes ou não, existem príncipes em Portugal.

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  4. Curiosa esta comichão que um princípe (gostemos ou não do princípio monárquico) ainda causa em certas pessoas. Como se não houvesse neste país muitas outras crianças crianças bem mais priveligiadas materialmente! Como dizem lá no Brasil: "Freud explica".

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  5. És livre de ir onde quiseres. Mas nota que não és "Os Portugueses", és um português que vai aos anos de um rapaz de 18 anos a quem chamas "principe". Tanto me faz que lhe chames principe, ou não, isso é contigo. Quando o meu rapaz fizer 18 anos também deve fazer festa de anos. 

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  6. Veneziano, o que tenho eu a ver, ou você, com dinheiro que tem a familia do rapaz? E porque é que me causaria comichão chamarem principe ao rapaz? 

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  7. Correcto, o mesmo vale para a presunção afirmada em "

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  8. Ninguém liga ao meu rapaz?  LOL Ele vai ficar muito triste por saber isso de ti ;) Mas, já agora, como é que sabes que ele não vai ter tanta gente na festa dele do que o Afonso? 

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  9. editor69, o problema é que, precisamente, um rapaz de 18 anos não representa "Os Portugueses". Vejo que você é seu adepto ou admirador, é um português livre de o apreciar e de se dirigir a ele como Sua Alteza. Está no seu pleno direito. Para outros portugueses, pode ser apenas um rapaz, como qualquer outro que comemora o seu aniversário, nada mais. Cada filho é para os seus pais um "principe", se quiser assim. Ele que seja bom rapaz pela vida fora e que faça pela vida e que seja útil á sociedade, como todos os outros, é o que se deseja. 

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  10. Pedro, a questão não está nem nunca poderia estar "no rapaz". Esse "fulanismo" é carisma míope dos republicanos. 

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  11. Ah! A defesa da família.
    A diferença entre S.A.R. e um plebeu é que ele pode dizer com certeza quantas vezes os sues ascendentes se abastardaram.
    Vejamos: a casa real portuguesa começa com a filha bastarda do rei de Leão. segue pelo filho bastardo de D. João IV, e contempla vários casamentos consanguíneos. À luz da lei atual seriam todos presos.

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  12. João Távora, um jovem de 18 anos é um rapaz, não sei porque coloca aspas. Eu tenho 53 anos, é assim que trato quem tem idade para ser meu filho. Merece-me tanto respeito que me merece qualquer jovem da idade dele que não conheço. A mesma coisa para a sua família. Não tenho nada a ver com a maneira como o trata ou considera, ou à sua familia. Sei que é monárquico e penso que os monárquicos o tratam por sua alteza, nada contra. Mas o valor de um jovem está no que faz, não no que a sua família é ou pensa que é, ou na antiguidade da família. A familia ajuda-o, que é para isso que as familias servem e por isso é que as familias são importantes, seja para monárquicos, seja para republicanos.

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  13. À luz da lei actual a bastardia não existe, e os bastardos de João IV, se os teve, não foram reis nem príncipes, pelo que os Braganças seguiram até ao fim sem bastardia.
    O casamento entre primos é permitido e entre tio e sobrinha (caso de D Miguel e D Maria) é um impedimento impediente que pode ser removido.
    Como vê, ninguém vai preso. Aliás como é costume!

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  14. privilegiados são os infantes dos presidentes da república desde o Mário Soares.

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