O João Miguel Tavares escreveu recentemente no Público que tem “saudades de uma Pátria”. Eu junto-me a ele. (…) uma Pátria que consubstancie o chão comum que a todos integra e interessa. Com tradições, símbolos e interesses gerais que vão para lá da selecção de futebol. (…) que saiba dialogar e não apenas viver entre o insulto fácil a submissão dócil; que se entreajude nos maus momentos em vez de se limitar ao desporto nacional de descobrir de quem é a culpa.
Henrique Monteiro, hoje no Expresso
E acrescentar: Uma pátria, onde todos são iguais, independentemente da sua ascendência e onde qualquer cidadão pode ambicionar a honra de ser chefe de estado do seu povo!
ResponderEliminarEstá provado que essa receita não funciona, e de resto graças a Deus não somos todos "iguais", Carlos: esse empreendimento comportaria demasiadas atrocidades e derramamento de sangue.
ResponderEliminarHenrique Monteiro, maçon da loja convergência bem sabe o que diz. Basta ver o exemplo da reublica maçónica de 1910...
ResponderEliminarValha-nos Deus, João Távora!
O ódio cega-o, c. Leia apenas as palavras transcritas e sossegue.
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