Na parte que me diz respito, não entendo esse tipo de humor, Filipe. Não se pode baixar a guarda na disputa entre a liberdade e a tirania.
PS
A (...) "recusa em olhar de frente o passado e reconhecer o crime — cava em Portugal um fosso intransponível entre a Democracia e o Comunismo: está aqui a raiz da impossibilidade de diálogo, a origem de um insanável desaguisado que nos transforma em inimigos e nos impede de discutir ideias racionais como adversários polidos e civilizados. Mas então, e a Esquerda não comunista? A Esquerda socialista ou não alinhada? (...) A Esquerda socialista e não alinhada não renega as suas remotas origens, como um filho não renega um pai alcoólico ou ladrão; e, mais decisivo, partilha com os comunistas, embora mais discretamente, a aversão pela Liberdade tal como os liberais a entendem, e abominam o regime capitalista em que ela nasceu, germinou e se expandiu".
Fátima Bonifácio, no Público (excerto)
Temos de levar isto com fair play contra o foul play, mas olha que não concordo nada com a FB: isso quer dizer que a direita democrática não renega Salazar, Franco, Mussolini? Que disparate.
ResponderEliminarCaro Filipe: não tem paralelo, a questão não é simétrica de todo. O fascismo e o nazismo na Europa foram combatidos e esmagados militarmente, por/com governos "liberais". Quanto a Portugal, tais veleidades são proibidas constitucionalmente e para lá de uma minuscula franja de excentricos, os "fascistas" foram definitivamente extintos ou proscritos. Ningué quer sair numa fotografia ao lado de um desses.
ResponderEliminarÀ esquerda, sim: em Portugal temos partidos comunistas, marxistas, eninsitas, trotskistas e quejandos, sempre muito fotogénicos artistas e cosmopolitas, festivaleiros e tudo. Abraço.
Em relação ao artigo de FB:http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3405952&seccao=Fernanda%20C%E2ncio&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
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