sábado, 3 de agosto de 2013

Recortes


(…) Não havendo Inquisição, nem PIDE, nem KGB, recorre-se agora às redes sociais e à própria comunicação social para fazer o que é possível: assassínios de caracter.
É verdade, a natureza humana não muda, apenas os modos de o fazer se alteram. A liberdade de expressão ainda é entendida como a possibilidade de o outro dizer o que cada um gosta. Quando tal não acontecer, quando se sai da cartilha, há uma alcateia de lobos disposta a trucidar o incauto. Fazem-no em nome de um princípio, de uma ideia, de uma verdade, e acham que esses nobres fins justificam a acção. Mas não era isso, palavra por palavra, que dizia os inquisidores, fascistas e comunistas? Pois era…


 


Henrique Monteiro hoje no Expresso

3 comentários:

  1. É verdade, João, faz-me lembrar as críticas a Soares quando ele  exprime a sua opinião: "demente", ressabiado", velho tonto" etc.

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  2. Ainda bem que concorda, Filipe.


    Abraço e boas férias!

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  3. Sempre. Atacar com graça, e panache,  e sobretudo  a mensagem, não o mensageiro.
    boas férias, João
    abraço

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