(…) Não havendo Inquisição, nem PIDE, nem KGB, recorre-se agora às redes sociais e à própria comunicação social para fazer o que é possível: assassínios de caracter.
É verdade, a natureza humana não muda, apenas os modos de o fazer se alteram. A liberdade de expressão ainda é entendida como a possibilidade de o outro dizer o que cada um gosta. Quando tal não acontecer, quando se sai da cartilha, há uma alcateia de lobos disposta a trucidar o incauto. Fazem-no em nome de um princípio, de uma ideia, de uma verdade, e acham que esses nobres fins justificam a acção. Mas não era isso, palavra por palavra, que dizia os inquisidores, fascistas e comunistas? Pois era…
Henrique Monteiro hoje no Expresso
É verdade, João, faz-me lembrar as críticas a Soares quando ele exprime a sua opinião: "demente", ressabiado", velho tonto" etc.
ResponderEliminarAinda bem que concorda, Filipe.
ResponderEliminarAbraço e boas férias!
Sempre. Atacar com graça, e panache, e sobretudo a mensagem, não o mensageiro.
ResponderEliminarboas férias, João
abraço