sábado, 31 de agosto de 2013

Recortes

(…) Despedimentos, cortes de salários, de regalias. As empresas fazem-no para não falirem. Mas o Estado nunca encerra – cobra mais! Não há deste modo, lei igual para todos, não existe a tal ‘equidade’. Há um Estado que resiste, que se defende a si mesmo de uma reforma. E que para tal nos confisca e suga os rendimentos – em impostos, em taxas, em certificações, em regulações. Pagamos o monstro (e os próprios funcionários públicos o pagam) e sentimos desmoronar as nossas vidas, os nossos lares, as nossas empresas. Não será isto inconstitucional?


 


Henrique Monteiro, hoje no Expresso

2 comentários:


  1. Uma empresa que tenha como única solução para os seus problemas os despedimentos e o corte dos salários já está falida.
    O dono está a tentar tirar o possível antes de fechar.
    Será que é isso que o governo quer? Sacar o que se poder aos funcionários, fechar a loja, e quem vier atrás que feche a porta?

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