quarta-feira, 17 de julho de 2013

Da transcendência

O direito positivo não é sinónimo de bem ou verdade. Eis, portanto, a lição de história: a modernidade matou milhões através do comunismo e fascismo, as vanguardas modernas, porque libertou os políticos de qualquer travão moral, porque libertou a política de qualquer transcendência independente da imanência humana, porque destruiu o padrão de justiça universal que impõe os direitos inalienáveis do indivíduo, os direitos que não dependem da vontade do poder político. Este padrão universal pode ser apelidado de Direito Natural, sim senhor, mas isso é só uma forma de evitar a palavra proibida: Deus.


 


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6 comentários:


  1. hummm..., João, pergunto-me se o Duque de Alba seria comunista ou fascista.

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  2. Parece-me que o que houve mais e ainda há são ditaduras em nome de Deus.

    O argumento divino serve para tudo.

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  3. Confesso que não atinjo, Filipe. O Duque D'Alba era um general, um estratega militar.   

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  4. João, há imensos generais e estrategas que ao contrario do Duque de Alba não massacram prisioneiros de guerra e populações conquistadas.
    Poderá dizer-me que o Duque matou pouca gente se o compararmos ao Hitler e ao Estaline. Talvez. No entanto o Duque não tinha ao seu dispor bombas e metralhadoras. Isso de matar gente á espadeirada é cansativo e rende pouco.

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  5. Hitler e Estaline mataram milhões por questões ideológicas, fora do contexto de guerra... 

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  6. Também o Duque. Os "hereges" que o digam.

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