quinta-feira, 27 de junho de 2013

Jornalismo de causas

A reportagem sobre a greve no Primeiro Jornal, o noticiário da hora do almoço da SIC generalista constitui em si uma parábola dos tempos vertiginosos que vivemos. Provavelmente à falta dos serviços da Lusa, os incidentes com os piquetes de greve na Carris foram ilustrados com filmagens de telemóvel retirados do site do Partido Comunista Português. A peça fecha com chave de ouro quando a magnânima repórter sugere a um talhante de S. Bento que não concorda com a greve como forma de luta, a alternativa das "manifestações como no Brasil”. 
Como inevitável conclusão, fica que a greve está a ter um significativo sucesso na Função Pública e nas empresas do Estado. Para os portugueses em geral é só mais um dia difícil. 


 

7 comentários:

  1. A SICé tão repugnante como o seu patrão, o sr. Balsemão.

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  2. Depois da sua colega Maria Teixeira, que se diz jornalista, ter publicado aqui um post, enquanto chamava burros aos que descordavam dela, a garantir-nos da maravilha que era a manobra da injecção de dinheiros públicos no Banif - quando hoje se percebe que esses dinheiros não só pesam no deficit (1,8%) como o Banco falhou o pagamento da primeira parcela do empréstimo - eu recomendaria alguma vergonha na cara antes de criticar outros jornalistas.

    Vale a pena reler:

    http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/5209516.html (http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/5209516.html)
    e depois verificar com:

    http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3294326 (http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3294326)

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  3. Eu "não me digo" jornalista, já vossamercê diz-se comunista, por isso na sua opinião os bancos deveriam ser todos nacionalizados, ou como é o seu comunismo? 

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  4. Bem, eu estou de férias e ainda não analisei o relatório do INE, mas a mim parece-me à primeira vista que foi reclassificado, ou seja estava numa rúbrica e passou a estar noutra que agrava o défice trimestral. Ou seja passou a ser classificado como transferência de capital das administrações públicas. Ou seja considerou o Banif como empresa pública. Pelo que não há nenhum contraste entre o meu post e a notícia de hoje dos jornais. Houve uma reclassificação. Não estava classificado assim quando escrevi o post, percebe? 
    De qualquer maneira o que disse o Secretário de Estado do Orçamento é que:

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  5. pois,

    "são as bobines que ainda estão frias...frapé; (...) a onda bate na lâmpada e recua e o som quer sair e não pode...Tem que quecer o carburador"

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