quarta-feira, 15 de maio de 2013

O dia em que o rei faz anos


Trata-se sem dúvida de uma agradável coincidência o facto de S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança celebrar o seu aniversário natalício hoje que é Dia Internacional da Família: acontece que a nação é a forma mais alargada de família existente, e o rei, cuja genealogia atravessa a história rumo ao futuro, é o seu Chefe natural. É nessa qualidade que aqui expresso ao Chefe da Casa Real Portuguesa os votos de feliz aniversário! Viva o Rei, Viva Portugal!


 


Foto daqui

9 comentários:

  1. Qual rei? E Chefe? Meu chefe, não é, só se for do João Távora.

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  2. Rei?
    De quê, e de quem?
    Meu não de certeza...
    Mesmo que nos tornássemos uma monarquia não o reconheceria como rei. Não por não reconhecer a autoridade de um rei, mas por não reconhecer autoridade a este rei.
    A criarmos uma monarquia o rei poderei ser eu... ou um vizinho meu... alguém de novo...
    Esta família real já foi deposta muito tempo atrás e foi-lhe retirado todo o poder "real" pelo povo. Nova monarquia nova família real.

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  3. Esta iconografia não favorece nada, imagens pop já estafadas ficam mal quando associadas à causa.

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  4. Caro Man Mar,


    O povo não teve nada a dizer sobre qualquer escolha importante que se tenha feito em Portugal, desde a sua fundação! Estudar um pouco de história, dar-lhe-ia mais capacidade para combater por aquilo em que acredita. Já agora, ajudará se os livros que escolher não forem a porcaria que se apresenta aos alunos dos liceus, branqueados pelo sistema. 
    Com a desculpa do bem colectivo e da vontade do povo fizeram as scuts, as empresas municipais, os estádios de futebol e as belas auto-estradas que o povo tem de pagar. 
    O processo de tomada de decisão está cuidadosamente afastado do povo, para que alguns interesses sejam defendidos, em seu nome e do seu vizinho, claro! 

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  5. Não o reconheço como Rei, nem como chefe natural da Nação.

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  6. Preferia portanto que nada disto tivesse acontecido...
    Que o povo não tivesse escolhido o seu destino, bem ou mal, e que ou estivéssemos na idade das trevas ou modernizados da forma que estamos. No entanto sem escolha do povo. Nem que fictícia de 4 em 4 anos?

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  7. Quanto a isso, concordo.

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  8. Está enganado. Foi escolha do povo não mexer um dedo para defender o rei em 1910. E andam os nossos monárquicos a brincar aos reis...

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