Às vezes tenho a viva impressão de que o meu País acaba à porta da minha casa, imanente na maltratada bandeira que desfraldámos e nos transcendentais valores em que nos reconhecemos. O meu Portugal é cada vez mais uma rede descontinuada de amigos, famílias e de símbolos onde o reconheço plasmado. O resto parece-se demais com um condomínio que dividimos e pagamos por mera necessidade e sentido prático.
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João Távora, o seu País sempre acabou à porta de sua casa. Enquanto ouve deleitado preciosidades de gramofone e pensa em transcendentais valores, existe um país lá fora. Sempre foi assim. O Pais não tem muito a ver com os seus amigos e familia.
ResponderEliminarÉ capaz de ter razão, o Anónimo. Mas se desligassem o ar condicionado, não ficaríamos todos melhor?
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