"Portugal, depois de quarenta anos de urbanização, terciarização da economia, redução da natalidade e adopção de novas teconolgias, está cheio de destroços: paredes de fábricas falidas, campos devolvidos ao mato, florestas esquecidas, casas a caír, escolas fechadas. (...) As salas de cinema não fecharam por causa do governo, mas porque deixámos de lá ir. Os jornais em papel acabarão se nós não os comprarmos. E o Estado social está em crise porque não o queremos (ou não podemos) pagar. O 'inferno' aqui, não são os outros: somos nós."
A ler hoje Rui Ramos no Expresso
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