Inconformado com os protagonistas do brutal ajustamento que não lhe são simpáticos, Nicolau Santos hoje no Expresso insiste num discurso pseudo-humanista “da compreensão” e da “desculpabilização” do fenómeno que trouxe o país à falência. Lembra-me aquele pronunciado pelo impotente psicoanalista que justifica os comportamentos do incorrigível (?!) toxicodependente com o pai alcoólico e a mãe superprotetora, para lhe prescrever um tratamento reforçado de metadona, condenando-o à dissolução perpétua, justificada pelo seu estatuto de vítima. Rejeitada a dor que implica a revolução do crescimento.
O Nicolau já tem, com esta, a segunda página "baptista da Silva" :http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/
ResponderEliminarNem sequer precisa disso: já existe o Seguro que faz plenamente o papel da Carochinha à janela.
ResponderEliminarTive a mesma sensação: o Nicolau não consegue esconder a sua simpatia pelo Sócrates, atitude difícil de entender numa pessoa que exerceu e exerce funções de responsabilidade num órgão de comunicação social prestigiado.
ResponderEliminarTemo que as pessoas deixem de lê-lo, e que o jornal perca leitores.
E assim será se o Nicolau não acordar...