sábado, 5 de fevereiro de 2011

Os Bee Gees, o relativismo e a nova ordem


 


Em detrimento da designação de sexo, a prosaica condição biológica diferenciadora do homem e da mulher, vem vingando a “ideologia do género”, fundamentado nos gostos sexuais, um conceito que alguns pretendem plasmado na Constituição da República: onde é consagrada a igualdade entre “homem e mulher”, passaria para igualdade dos (muitos) “géneros”. Eu bem devia ter desconfiado no que isto ia dar, quando nos anos 70 a moda do falsete chegou à música POP. A seguir urge corrigir os milénios de alienação e preconceito, fundindo ou desmultiplicando os obsoletos balneários, camaratas e WCs equivocamente divididos em femininos e masculinos segundo a nova ordem, finalmente liberta do jugo da biologia.

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