A geração parva não é apenas escravizada pelas empresas onde trabalha sem ser paga como se trabalhasse - compensa essa escravatura com excessos não-pagos de maternalismos e paternalismos que não passam de mordomias.
Que pensa o passarinho que alimenta, obsessivamente, o cuco gigantesco? Pensa, ininteligentemente: "Que filho tão alto e bem constituído que tive! Faz cinco de mim! Que sorte que tenho! Que alegria é alimentar esta besta que, a bem ver, mal reconheço". Cuidado.
O Canto do Cuco, Miguel Esteves Cardoso - hoje no Público
Bem, quem está minimamente a par do que se passa sobretudo nas noites de 5ª, 6ª e sábado fica a pensar que há muitos dessa geração parva que não deixam de sair e embebedar-se e snifar e incomodar até às tantas quem por ali mora e disparatar com o maior à vontade...
ResponderEliminar