sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A eleição presidencial menos votada de sempre?

 


Se a abstenção passar dos 50 por cento ficaremos pelo menos com uma certeza: teremos um Presidente – e um regime - que não representa eleitoralmente a maioria dos portugueses.


 


Manuel Falcão no Lugares comuns

8 comentários:

  1. Caro João, a abstenção dá origem a TIRIRICAS, MARINHOS e LEPENES.

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  2. E o que tenho eu a ver com isso, caro respública?

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  3. Ora, o amigo tem feito uma grande campanha a favor da abstenção e do voto nulo, mas na falta de um regime monárquico devemos jogar com as regras do jogo político vigente, ou seja, um monárquico deve votar e esse voto expressar a escolha por um dos candidatos, aquele que mais representar proximidade (mesmo neste regime) com os valores certos e tradicionais de Portugal, na actual eleição a escolha do mal menor, que só pode ser Cavaco ou Nobre.
    Mesmo que nos custe devemos votar para impedir Alegre ou um mal pior de chegar a Belém.
    Uma reeleição de Cavaco e um coligação da direita com a esquerda católica pode permitir  revogação das leis aberrantes de Sócrates, mesmo antes das legislativos próximas, mas outro presidente vai proteger o governo.
    Nobre parece ser um candidato out sider não percebe muito de jogo político, nem da função presidencial, mas parece não compactuar com o governo, com jogo sujo e políticas esquerditas do binómio PS/BE.

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  4. Não me viu jamais apelar à abstenção. De resto, o voto nulo está dentro das regras do joguinho que me obrigam a jogar. É a minha generosa contribuição para este reles peditório.

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  5. Ora, caro amigo, podemos viver num regime com o qual não concordamos, mas pelo menos é democrático e o funcionamento de um sistema democrático (mesmo que republicano) não é reles, reles são os políticos que nele populam, os que abusam dos sistema democrático e que com ele adquirem cargos e privilégios.
    Devemos procurar mudar o sistema e as regras aberrantes que nele existam, mas não nos podemos alienar de escolher, mas de escolher de forma consciente, o voto nulo só favorece (normalmente) a esquerda, que tem maior capacidade de mobilização eleitoral, é um voto contra a nossa consciência e ideologia.
    Por causa dessa solução (voto nulo, branco e até abstenção) a O.A. viu ser reeleito o actual bastonário, por isso acredite estou bastante reticente a que esse sistema seja utilizado!

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  6. Não faz qualquer diferença, respública. Não seja ingénuo, o cargo de PR é irrelevante.

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  7. Pois eu não estou "pelos ajustes" e vou votar com os pés, permanecendo estes bem quentinhos, nas suas pantufas de domingo. Não posso ser obrigado a colaborar naquilo que considero ser coisa fraudulenta e irrelevante. Não voto e assim fico. Quero lá saber se ganha o cavaco ou o Alegre. Eles depois que tirem as castanhas do lume. O João tem razão: mesmo que ganhe o candidato do PC, pouco poderá fazer. Consciência moral, o P.R.? Deixem-me rir!

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  8. Será caro amigo, será assim tão irrelevante?! Esse argumento prejudica-nos, se é irrelevante o Chefe de estado pode ser um rei ou presidente, mas nos devemos defender que atento à importância dessas funções devem ser desempenhadas por um Rei, que é independente dos partidos e está acima deles.

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