quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O diabo está nos detalhes

 


O facto do vencedor antecipado para um segundo mandato presidencial pela primeira vez em democracia não ser de esquerda tem gerado um fenómeno tão curioso quanto saudável: nunca tantas vozes “regimentais” como as de António Barreto, Sousa Tavares ou Ana Sá Lopes, entre muitos outros, puseram tão claramente em causa os poderes do Chefe de Estado ou a utilidade do regime da sua eleição directa. Discutamos então coisas sérias, mesmo que seja pelas piores razões.

3 comentários:

  1. Em Portugal apenas os vencedores são criticados e escrutinados.
    Um candidato a presidente como Alegre que ainda fala em contos em vez de euros só mesmo neste rectângulo!!!

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  2. Só mesmo num País como o nosso pode um "cobarde e traidor" à Pátria ser candidato a Presidente da República.  O "Triste" Manuel Alegre é esse "cobarde e traidor" que durante a guerra no Ultramar incitava o inimigo, num programa da radio, contra as nossas tropas a partir de Argel, na Argélia... como pode esse "Triste Sr." ter agora o desplante de querer ser o Chefe Supremo dessas mesmas tropas que ele não só menosprezou, mas também activamente se insurgiu contra?  Que Tristeza, Alegre!...

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  3. Pois é, no Expresso, Canotilho vem comparar os outros a Sidónio, chama-lhes messiânicos, concluindo que Cavaco é o melhor candidato, embora defenda que ele devia ter vetado a lei do casamento gay!

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