(...) Ratzinger, num mundo desmazelado e incoerente, é uma clara referência de autoridade intelectual e de seriedade consistentes. Não apenas por aquilo que representa para milhões de católicos espalhados por toda a Terra, mas, sobretudo, porque acentuando corajosa e persistentemente três ou quatro temas fundamentais, a sua palavra exprime a preeminência da fé cristã como o único "registo" de futuro verosímil (ou a sua equivalente "esperança", a "esperança por que fomos salvos, spe salvi) face às abstracções da "racionalidade" laica traduzida na "teologia do progresso", na "modernidade" e na "laicidade", a mãe de todos os disparates e de todos os oportunismos que quase sempre escondem o jacobinismo mais feroz e primário. (...) Denuncia a "ditadura de relativismo que não reconhece nada como certo e que tem como objectivo central o próprio ego e os próprios desejos". Exige uma fé "mais madura" e um combate ao "radicalismo individual" que nos faz "ser criança andando ao sabor de ventos das várias correntes e das várias ideologias". É, inequivocamente, um pós-moderno sem complexos retóricos que, desde muito cedo, avisou a Igreja para se preparar a viver em minoria. Habituem-se, pois, todos.
João Gonçalves no Portugal dos Pequeninos
Caro amigo permita-me indicar a seguinte ligação aos adversários da Santa Fé e do Santo Padre, os documentos estão e português, para os detractores não poderem dizer que são mal interpretados pelos católicos:
ResponderEliminarhttp://www.vatican.va/resources/index_po.htm
"Tu es Petrus, et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam et portae inferi non praevalebunt adversum eam. Et tibi dabo claves regni caelorum et quodcumque ligaveris super terram erit ligatum in caelis et quodcumque solveris super terram erit solutum in caelis"