Não é possível uma sociedade boa sem homens bons. As soluções aos desafios humanos, estão nas atitudes pessoais, começam nas nossas casas e partem dos nossos actos e vontades.
Na educação das minhas crianças travo duas duras batalhas contra a cultura do consumo e do sensacionalismo: a primeira é a sua formação religiosa cristã, uma missão quase impossível no meio desta ruidosa bagunça hedonista. A segunda, não menos ingrata, é a promoção da leitura: porque a boa literatura desvenda a magnitude do drama existencial, desacomoda e desafia. Em ambos os casos no lugar da adrenalina urge o silêncio e humildade. Duas qualidades completamente fora de moda.
O problema é que a balha é diária, puxa pela garganta (principalmente na adolescência) e dá trabalho.Mas acredito que vale a pena. A minha experiêcia é de que vale a pena.
ResponderEliminarE quanto aos texto que tem publicado sobre o problema que a Igreja atravessa, não os tenho comentado, mas já agora... Como dizia o poeta: por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera.
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
(correndo o risco do abrantes vir por aí)
ResponderEliminarQuanta hipocrisia.Como as beatas de credo da boca, mas sempre a apontar o dedo aos outros. Abrantes? O abrantes diz as verdades.
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