sexta-feira, 16 de abril de 2010

Louçã, um exemplo de ética republicana

 



Bem prega Frei Tomás...


 


É publicada hoje no Diário de Notícias (não encontro o artigo online) uma elucidativa carta aberta de Paulo Teixeira Pinto a Francisco Louça sobre a sua atitude de se manter cobardemente escudado no estatuto Imunidade Parlamentar, após o ministério público o ter tentado constituir como arguido pela prática de crime de difamação. Assim o DIAP se viu obrigado a dar por encerrado o processo “embora se verifiquem fortes indícios da autoria do crime pelo Sr. Deputado Francisco Louçã” segundo despacho de 25 de Fevereiro.

10 comentários:

  1. Quer ser exemplar em tudo, não importa o quê!

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  2. Gostava de ver o despacho do tribunal. É que nem as declarações de Louçã me parecem difamatórias nem me parece estranho que a imunidade seja utilizada num caso que é exemplar dos motivos pelos quais foi instituída.

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  3. Para quem faz da denuncia dos privilégios da classe politica, profissão de fé como o Chico Loucão, utilizar exactamente esses privilégios para evitar ser processado judicialmente, é algo que deveria ser bem publicitado, para que o eleitorado tomasse consciencia, da real dimensão moral e ética do Loucão trotskysta. 

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  4. Manso é a tua tia, pá!

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  5. Onde é que está a difamação que eu não vi. É que além de patuscos são também umas Marias queixinhas. São estes os representantes da monarquia em Portugal? Antes uma má República!

    valei-lhes Senhor.......

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  6. Olhe Ó ibn Erriq

    O Moralista Louçã, é um apêndice do PS, como tal, comunga da mesme cobardia congénita.
    E pelo discurso bafiento, típico das caves obscuras de Tomás de Torquemada, deve fazer parte dos seus devotos.


    E o ibnzinho do papá, que está a usar esse nick provocatóriamente, se não se cuida, ainda fica a saber o que são as Marias quando perdem a paciência.

    É que não foi só contra os Romanos que as mulheres Lusitanas lutaram, foi também na defesa de Olivença, contra as tropas invasoras espanholas, em 1641.

    E de ambas as vezes lutaram sózinhas.

    Maria da Fonte

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  7. Caro Pedro: as declarações são estas: 

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  8. O link que estava no post referia-se a declarações em que Louçã dizia que os monárquicos eram um grupo patusco. E foi nessa linha que surgiu o meu comentário.

    O teor destas declarações parece-me claramente difamatório.

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  9. Como Sabe Maria, lutar contra mulheres nunca foi para mim um problema.

    Repare bem nos seus argumentos.

    <b>"

    Que sabe acerca do meu Nik? Bom pelo menos tira conclusões precipitadas.

    Mas agora que me ameaça, estou cheio de medo, mas tanto, tanto, que não me importo de enfrentar tal Maria, basta para tal escolher o local, a arma e a hora.

    Reafirmo a minha questão. Onde está a difamação?

    Desconfio que assinou mal o comentário, seguramente queria dizer Maria de Pipa e não Maria de Fonte!

    O seu Ibn Erriq

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