Com o advento das novas tecnologias, das redes sociais e da comunicação interactiva, com a fragmentação das fontes tradicionais de informação, a oligarquia instalada vai tendo cada vez mais dificuldade de fazer passar a sua mensagem e catequizar: os jovens não vêm telejornais, não ouvem a telefonia e muito menos lêem os jornais tradicionais. Fazem pesquisa de conteúdos na Internet e servem-se de downloads de rubricas televisivas ou radiofónicas, conteúdos lúdicos ou informativos a seu belo prazer e numa lógica que escapa às grandes distribuidoras, comerciais ou institucionais. Por exemplo, há vinte anos teria sido impossível a grande parte dos jovens escapar, no todo ou em parte, às comemorações do 25 de Abril e respectivos rituais mediáticos promovidos pelos meios de comunicação de massas. Hoje o mundo está a mudar e no meio desta alucinante desagregação cultural o “Grande Irmão” vai tendo cada vez mais dificuldade a amestrar o “seu povo”.
Isto trata-se de uma tremenda oportunidade de sobrevivência para as Causas situadas nas margens da corrente oficial e um definitivo reforço da responsabilidade e protagonismo da sociedade civil e seus núcleos sociais como a Família. Difícil é ainda contrariar as pretensões doutrinárias mal disfarçadas nos currículos escolares que afinal a generalidade dos miúdos pouco se interessa e apreende. Mas isso é outro assunto.
Mas temos que esperar que a nossa restauração não implica a destruição física de Lisboa...
ResponderEliminarLuísa: Essa é a questão mais séria, angustiante até. Sem entrar no preconceito político puro, quando a escola, por exemplo na disciplina de ciências da natureza, vai ensinar a uma filha de 12 ou 13 anos (que pode ser a nossa) as defesas contra doenças sexualmente transmissíveis sem mencionar as virtudes da abstinência... é brutal.
ResponderEliminarCiências da Natureza?
ResponderEliminarImperdoável!
Esqueceram-se de abolir do Dicionário, a Palavra Natureza.
Ainda se arriscam a ser Vetados, por Contra-Natura!
Desconhecia que tinham contratado Médicos, para ensinar aos miúdos, a Problemática das Doençes Sexualmente Transmissíveis.
Maria da Fonte
É verdade que existe uma grande doutrinação republicana no ensino, e nas escolas não se deenvolve o pensamento crítico nem se fomenta a curiosidade; mas ainda assim, eu fui uma dessas crianças, e assim que cheguei cá fora, graças à internet e ao contacto com outros mais ou menos informados, rapidamente abri a pestana... e ninguém gosta de descobrir que andou a aprender propaganda e a ser enganado...
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