sexta-feira, 19 de março de 2010

Rupturas

 


A escola não educa, ensina, (...) é esse o seu fim. Ponto. A escola não é uma instituição de acolhimento, é um estabelecimento de ensino. Se os meninos não querem ser ensinados, não querem aprender e não deixam que os outros sejam ensinados, devem ser obrigados através de regras, sanções e incentivos. através de um programa, de um plano. Se mesmo assim continuam a não querer e a não respeitar, devem sair pela porta onde entraram. Azar. (...)


 


Inês Teotónio Pereira daqui

7 comentários:

  1. Nem 8 nem 80! Disse o que penso no DO e no metri e meio.

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  2. As sanções e incentivos estão muito bem, mas presumir que um espaço onde os miúdos passam a maior parte do dia não tem impacto na sua formação como seres humanos é cegueira auto-induzida, com todo o respeito.

    Se direcções e professores se abstiverem de formar os alunos para além da simples transmissão de conhecimentos, então ainda estarão a fazer algo - nada. Concretamente, estarão a deixar a formação de futuros adultos a cargo dos ambientes de matilha e à lei do mais forte que tende a vigorar. São parte do crescimento, claro, mas o actual S.Bento mostra-nos no que dão quando persistem para além dos verdes anos.

    Dito isto, os pais têm obviamente a maior fatia do queijo da responsabilidade.

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  3. Somando as idades escolares dos meus 3 filhos sou encarregado de educação há 39 anos. Já andaram no privado e no público. Em turmas boas e turmas más. Com bons colegas e maus colegas. Com bons professores e com maus professores. Com bons "outros pais" e maus "outros pais".

    Os meus filhos aprenderam mais e melhor sempre que se conjugou o "bom professor" com o bom "outros pais".

    E dos outros pais dependia o nível educacional dos respectivos filhos, colegas dos meus.

    Plenamente de acordo com o texto. Cuja essência tenho afirmado em múltiplas reuniões de encarregados de educação ao longo da minha longa "carreira".

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  4. Concordo integralmente com o texto referido.

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  5. concordo completamente. quem não quer andar na escola , pois não ande. e não estrague. se os papas querem que eles continuem a ir...disciplinem-nos. eduquem-nos , ensinem-lhes a cumprir regras de civilidade e outras , que é essa a função da famílía.

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  6. Plenamente de acordo!

    Como sempre tenho defendido, a Educação começa em casa.

    A Escola ensina, e deve fazer respeitar os valores da Humanidade, mas como muito bem diz a Inês Teotónio Pereira, a Escola não é uma Instituição de acolhimento.

    Não é, nem tem que o ser.

    Se os pais não querem ou não sabem, ser Pais, têm uma solução: não têm filhos.

    Se os têm, são obrigados a educá-los de modo a que saibam viver em Sociedade, e são responsáveis por eles.

    Os alunos que não estão dispostos a aceitar as regras do colectivo onde se inserem, que aliás é custeado pelos contribuintes, saiem pela porta por onde entraram.

    Era assim no meu tempo de Escola!

    A não consta que os professores e as crianças se suicidassem.

    Este regime actual, profundamente injusto, e desregrado, é que os deixa de tal modo à mercê da barbárie, que acaba por os atirar para morte.


    Maria da Fonte

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  7. Não há muito saíu na imprensa a classificação do nível de EFICIÊNCIA das universidades europeias. Das portuguesas, já não lembro exactamente qual era mas estava lá por baixo junto da Bulgária e outros que não lembro. Salvo erro era a 3ª ou 4ª posição a contar do fim. Pois anda-me a fazer espécie NUNCA ter visto essa notícia comentada na blogoesfera, sempre tão lesta a apontar as (evidentes) poucas competências das classes populares portuguesas.

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