No seu discurso final Pedro Passos Coelho apresentou com comoção o seu curriculum, as suas credenciais: deixou a política e foi trabalhar honestamente. Uma rara virtude?
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Franchement...
ResponderEliminarTem dúvida que é uma rara virtude caro amigo!!!
ResponderEliminaraté fiquei comovido.
ResponderEliminarHá dois aspectos importantes na atitude de PPC:
ResponderEliminar- O primeiro é a necessidade que os politicos cada vez mais sentem de, nas suas intervenções públicas e partidárias declararem as suas virtudes pessoais.
Como qualquer vendedor da «banha da cobra» - «eu não estou aqui para enganar ninguém».
- O segundo é que, à medida que os politicos insistem nesse discurso, os cidadãos cada vez mais descreem neles. E riem perdidamente dessa propalada bem-aventurança.
(Amigo Réspublica não leva a mal. Olhe: a Académica acaba de marcar um golo ao FCP, de penalty. Entre a arbtragem e a politica parece que, afinal, não há tantas semelhanças...)
O Porto joga mal e a culpa é da arbitragem!!! :)
ResponderEliminarO PPC (como sabe tem o meu apoio) demonstrou ser o único candidato com ideias claras, mas o Aguiar-Branco e o Castanheira Barros não estiveram mal de todo, o pior foi mesmo o Rangel, se fosse apoiante dele começava a fazer as malas e a arrumar as secretárias!!!
foi uma tentativa de vitimização.
ResponderEliminarUma estratégia "á la Socrates".....
mas foi uma para justificar e dizer aos criticos que tem qualidade para ser lider do partido
Se o poder lhe cair no colo, vai haver guerra depois das eleiçoes