Apesar da polémica em torno de Bento XVI, milhares de fiéis acompanharam ontem o Papa na celebração da missa do Domingo de Ramos.
Luisa Semedo escreve quinzenalmente (se não me engano) no Público. Umas vezes leio de fugida, outras vezes nem leio, em grande parte porque...
ResponderEliminarEstamos nessa, Vanessa!
O problema não é para ignorar. Há que estudar as suas causas e descobrir os meios de o erradicar.
Mas a Igreja é a Igreja! Não é um PSD qualquer com intrigas e amúos. A Igreja está para além do tempo e acima das crises.
Também por isso é tão atacada. Resistirá sempre.
(a nossa - dos católicos - e as mais, de outros povos e de outros credos, que na essência acabam por ser só um: Deus, para que o Homem caminha).
ResponderEliminarMais um nome,enfim, para definir uma sólida e honesta estupidez. E no feminino.
E ainda se surpreendem pela acelerada quebra de vendas das "folha-de-couve" da paróquia...
Caro Ega
ResponderEliminarO que mais me impressionou, foi o teor dos comentários de um leitor que assina "Manuel Soares".
Eu tenho sido muito crítica, em relação á actuação da Igreja Católica em determinadas épocas da sua existência, mas a crítica é fundamentada.
E é crítica, não é ódio cego.
Aquele tipo de comentários, destila ódio.
E aquele tipo de linguagem, eu já li, e garanto que não foi num livro Ateu.
O que vem corroborar a minha opinião, de que o alvo é Bento XVI.
Mas de nada adiantará, silenciar o Papa.
A verdade sobre a face oculta da 2ª Guerra, há-de vir a lume.
Maria da Fonte