quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pela liberdade

 


Sem gritos de ordem, sem autocarros, sem juventudes partidárias, sem bifanas e sem apoios que não a dedicação dos próprios, a concentração teve lugar e cumpriu largamente os seus propósitos: fazer chegar a mensagem de que o silêncio institucional sobre as alegadas tentativas de condicionamento da liberdade de expressão em sentido amplo estava a ser ensurdecedor.


 


 Adolfo Mesquita Nunes, nO Insurgente

8 comentários:

  1. metade deles eram os monárquicos do costume!

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  2. Presumo que terão chegado no táxi do partido!

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  3. E por acaso Monárquico não é gente?

    Ou Monárquico, nesta República inspirada naquele grande Humanista que foi Afonso Costa, que espancava a própria Mãe, só serve para pagar impostos?

    Ou para ser expropriado, a favor da Maçonaria?

    Maria da Fonte

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  4. Olhe rapazinho, se chegaram ou não de Táxi, não sei.
    Mas sei de muitos que só não foram porque estavam a trabalhar para sustentar a Máfia Repúblicana reinante, e a corte de inútéis subsidiados que custeia com o nosso dinheiro, a troco de votos.

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  5. Afinal de contas um click custa muito menos que uma visita ao parlamento, apesar do agradável dia de hoje.

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  6. Sim, os monárquicos estavam lá. Eram uns tantos - aqueles que vivem nas redondezas e puderam dar um salto a S. Bento no intervalo do almoço.

    Lá dentro também havia mais monárquicos: alguns deles, deputados, vieram cá fora receber os manifestantes e a tal petição com cerca de 8000 assinaturas. Vi vário, na TV. Algusn até deram entrevistas.

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  7. Óh anónimo.

    Olhe que 4.000 monárquicos é muita coisa amigo !

    Eu que não sou monárquico não fui porque estou em Gaia senão pode crer que lá dava um salto !

    A forma simplista como alguns comentam é de cada vez mais o espelho do país da posta de pescada !

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  8. Lá estive também marcando presença, num protesto realizado de forma civilizada e com muita dignidade. Confirmo que das pessos presentes que conheço a grande maioria eram monarquicos(as).

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