Sem gritos de ordem, sem autocarros, sem juventudes partidárias, sem bifanas e sem apoios que não a dedicação dos próprios, a concentração teve lugar e cumpriu largamente os seus propósitos: fazer chegar a mensagem de que o silêncio institucional sobre as alegadas tentativas de condicionamento da liberdade de expressão em sentido amplo estava a ser ensurdecedor.
Adolfo Mesquita Nunes, nO Insurgente
metade deles eram os monárquicos do costume!
ResponderEliminarPresumo que terão chegado no táxi do partido!
ResponderEliminarE por acaso Monárquico não é gente?
ResponderEliminarOu Monárquico, nesta República inspirada naquele grande Humanista que foi Afonso Costa, que espancava a própria Mãe, só serve para pagar impostos?
Ou para ser expropriado, a favor da Maçonaria?
Maria da Fonte
Olhe rapazinho, se chegaram ou não de Táxi, não sei.
ResponderEliminarMas sei de muitos que só não foram porque estavam a trabalhar para sustentar a Máfia Repúblicana reinante, e a corte de inútéis subsidiados que custeia com o nosso dinheiro, a troco de votos.
Afinal de contas um click custa muito menos que uma visita ao parlamento, apesar do agradável dia de hoje.
ResponderEliminarSim, os monárquicos estavam lá. Eram uns tantos - aqueles que vivem nas redondezas e puderam dar um salto a S. Bento no intervalo do almoço.
ResponderEliminarLá dentro também havia mais monárquicos: alguns deles, deputados, vieram cá fora receber os manifestantes e a tal petição com cerca de 8000 assinaturas. Vi vário, na TV. Algusn até deram entrevistas.
Óh anónimo.
ResponderEliminarOlhe que 4.000 monárquicos é muita coisa amigo !
Eu que não sou monárquico não fui porque estou em Gaia senão pode crer que lá dava um salto !
A forma simplista como alguns comentam é de cada vez mais o espelho do país da posta de pescada !
Lá estive também marcando presença, num protesto realizado de forma civilizada e com muita dignidade. Confirmo que das pessos presentes que conheço a grande maioria eram monarquicos(as).
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