segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Levantemo-nos do chão!

 

29 comentários:

  1. É inedito!

    Tantos anos depois do PREC, volta a CGTP/Intersindical (e similares) a não ter a iniciativa de contestar na rua a preoptencia governamental.

    Artes da blogosfera e dos modernos meios de comunicação sem dúvida.

    Já haverá saturação popular ao ponto de estes apelos serem correspondidos?
    Já nos sentimos todos enfiados no pântano?

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  2. Tenho um julgamento na Figueira, se não ia, mas expliquem como é o protesto que ponho o tribunal a fazê-lo em uníssono...

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  3. Estou longe, não poderei ir, mas se estivesse no continente, iria.
    Força e parabéns pela iniciativa. Se quem pode faz nada, está na hora de alguém fazer alguma coisa pelo país e pela nossa dignidade colectiva.

    Cumprimentos.

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  4. Todos a S.Bento! ( Nunca pensei dizer isto )

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  5. Ao que este país chegou para serem precisas iniciativas destas...

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  6. Caro Ega

    A CGTP-Intersindical, como Sindicatos e Ordens fazem parte do Regime inquinado em que vivemos.

    Como já disse, o Ressurgimento de Portugal não passa por Organizações controladas por Lobbies financeiros ou outros.

    Passa por todos nós, PORTUGUESES DE BEM.

    Maria do Fonte

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  7. Explique melhor o que é preciso fazer. Por favor.

    Matrix

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  8. Lá estarei, ao pé do Professor Freitas do Amaral.

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  9. Sim, o que é preciso fazer? Estou acamada, mas mando gente...
    Educadinha

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  10. Oh diabo! Então vai haver contra-manifestação?

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  11. Fico mas é ao pé do dr. Marques Mendes.

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  12. É assim uma espécie de reviralho mas ao contrário...

    Pena é que não façam no Porto !

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  13. Exactamente, amiga Maria da Fonte.
    Oxalá sejamos muitos. Muitissimos. Cada vez mais.

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  14. À vontade! Ao pé de quem quiser.
    Por Portugal!

    (ass. um apartidário)

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  15. Numa coisa destas, eu até ficava ao pé do Anacleto.

    Já agora, ficava antes ao pé da Aninhas Drago...

    (Outro apartidário)

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  16. Até uma iniciativa destas tinha de ser em Lisboa...

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  17. Bom, bom bom...
    Nem tanto... Politicamente falando.

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  18. Caro amigo, por muito que você o mereça, estar a fazer 300 km por uma causa perdida... Para isso espero pela próxima iniciativa no Porto... Ou em Braga e aí vou !

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  19. Não, meu caro, eu referia-me a fazer a coisa no Norte, à nortenha. Tudo muito simples:

    Reuniamos a tropa no Campo 24 de Agosto. Tocava o cornetiam, hasteava-se a bandeira azul-branca e repristinava-se a Carta Constitucional..
    Depois subíamos aR. do Bonfim e iamos almoçar uns filetes de polvo ao Aleixo, enqanto esperávamos a chegada d´El-Rei, no pendular, a Campanhã.
    Seguia-se singela cerimónia de aclamação, ali mesmo na gare.

    E vivendo, a aprtir de então, num País finalmente livre, o Amigo podia dedicar-se à criação do Partido Sidonista para animar um pouco mais o Parlamento.

    Eu pedia a reforma e dedicava-me em paz e sossego às minhas memórias.

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  20. Senhor Ega,

    Em "virtude" ao seu "supra comentário", ponho desde já a minha caléche à disposição de V. Exª, com todos os artefactos necessário a tal acontecimento, a saber: Jarbas o motorista, uma quantidade indefinida de pasteis (depende do que eu conseguir roubar ao Costa) e a minha caixinha de Férrero (a original, que a do anúncio é uma cópia chinesa)




    Cumprimentos,




    Marquesa de carabás

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  21. Meu caro Ega, você anda distraído meu amigo, então não sabia que a "bandeira azul e branca" desde o fim dos tempos da monarquia que é içada praticamente todos os anos na Alameda do Dragão ? E olhe que para este ano se repetir a efeméride já falta pouco !

    E nessa sua revolução, em vez de Campanhã podíamos fazer a aclamação em S Bento que assim íamos à açorda ao Escondidinho na Passos Manuel. Aproveitava o sítio pela sua história e refundava o PPD, o verdadeiro !

    E já agora que é que seria o Rei, o Duarte Pio, o Italiano ou as herdeiras de D Maria ? É que eles já são tantos e os livros já foram escritos de tantas maneiras que de caminho até eu pertenço à Casa de Bragança !!!! Bom podíamos romper a linhagem e aclamávamo-lo Rei a si que ficava tudo "em família" !!!! Tenho por certo que ao fim de umas três ou quatro garrafas de Cartuxa até unificávamos a península !

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  22. Exma. Srª Marqueza, olhe os diabetes minha cara Senhora, olhe os diabetes !

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  23. Não, meu caro, Eu para Rei não sirvo. Dá muito trabalho, tira-me toda a liberdade de fazer aquilo que gosto, que é sempre o que me apetece.
    Cerimónias, protocolos, fardas, aturar chatos, agendar maçadas... Pobre Rei, não lhe invejo a sorte.
    Ainda por cima, posto de pequenino a aprender a função que o espera um dia...

    Não fora a minha convicção nas vantagens da Monarquia,,, não era monárquico pensando não ser exigivel a uma pessoa cumprir o destino de ser rei.
    Falo a sério.

    Agora, meu caro, não invente por favor italianos, fadistas, etc, etc. Nem Soares, Alegres, e outros que tal.
    Continuamos, é claro, na Dinastia de Bragança.

    E democraticamente submeto-me ao Escondidinho. Nos dias que correm, não deve ser preciso reservar mesa...

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  24. Sra. Marquesa:

    O amigo Nuno tem toda a razão. Eu muito prezaria pasteis roubados ao Sr. Costa (tal como outrora os estudante coimbrãos se pelavam por gansos caçados nos jardins municipais). Mas o meu problema é o colesterol.
    A idade não perdoa, Sra. Marquesa!

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  25. Eu não invento ninguém meu caro, em Itália até fizeram um debate com os dois e tudo...

    E não foi lá a D Maria que vendeu o título ao Italiano ?

    E a dinastia de Bragança não está vetada aos descendentes de D. Miguel pelo tratado de evoramonte ?

    Bem sei que não percebo nada de Reis e Rainhas é por isso que o aclamava a si meu caro, pelo Rei e pela grei !

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  26. Senhor Nuno F. Couto,

    Vai-me desculpar a intromissão, mas é só para dizer que esse episódio já deu. Passou no 31 da armada durante longuissimos meses e, o elenco chegou ao fim absolutamente exausto. Pelo que não creio que ninguém já tenha forças para lhe explicar a sucessão toda outra vez.


    Cumprimentos,




    Marquesa de Carabás

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  27. Exma. Marquesa.

    Com todo o respeito que me merece Vxa. venho pois por este meio atestar que o problema da sucessão ao fictício trono de Portugal ultrapassa essas questões discutidas e rediscutidas quanto baste na blogosfera.

    A questão que se me levanta não é mais que se nem os monárquicos se entendem, como querem eles fazer crer àqueles que embora sentindo-se republicanos, acham que a república falhou; que ter um Rei resolve as questões de fundo da democracia em Portugal ?

    Note bem que muito prezo o diálogo com as pessoas monárquicas da blogosfera, muito em especial pelo conhecimento que denotam da história e das demais falhas da república, a minha questão no fundo é se a monarquia nos dias que correm não é mais que um novo sebastianismo ?!!!

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