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No centenário da "Revolução Nacional"
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É inedito!
ResponderEliminarTantos anos depois do PREC, volta a CGTP/Intersindical (e similares) a não ter a iniciativa de contestar na rua a preoptencia governamental.
Artes da blogosfera e dos modernos meios de comunicação sem dúvida.
Já haverá saturação popular ao ponto de estes apelos serem correspondidos?
Já nos sentimos todos enfiados no pântano?
Lá estarei!
ResponderEliminarDesta vez temos de estar todos!
Tenho um julgamento na Figueira, se não ia, mas expliquem como é o protesto que ponho o tribunal a fazê-lo em uníssono...
ResponderEliminarEstou longe, não poderei ir, mas se estivesse no continente, iria.
ResponderEliminarForça e parabéns pela iniciativa. Se quem pode faz nada, está na hora de alguém fazer alguma coisa pelo país e pela nossa dignidade colectiva.
Cumprimentos.
Todos a S.Bento! ( Nunca pensei dizer isto )
ResponderEliminarAo que este país chegou para serem precisas iniciativas destas...
ResponderEliminarCaro Ega
ResponderEliminarA CGTP-Intersindical, como Sindicatos e Ordens fazem parte do Regime inquinado em que vivemos.
Como já disse, o Ressurgimento de Portugal não passa por Organizações controladas por Lobbies financeiros ou outros.
Passa por todos nós, PORTUGUESES DE BEM.
Maria do Fonte
Explique melhor o que é preciso fazer. Por favor.
ResponderEliminarMatrix
Lá estarei, ao pé do Professor Freitas do Amaral.
ResponderEliminarSim, o que é preciso fazer? Estou acamada, mas mando gente...
ResponderEliminarEducadinha
Oh diabo! Então vai haver contra-manifestação?
ResponderEliminarFico mas é ao pé do dr. Marques Mendes.
ResponderEliminarÉ assim uma espécie de reviralho mas ao contrário...
ResponderEliminarPena é que não façam no Porto !
Exactamente, amiga Maria da Fonte.
ResponderEliminarOxalá sejamos muitos. Muitissimos. Cada vez mais.
À vontade! Ao pé de quem quiser.
ResponderEliminarPor Portugal!
(ass. um apartidário)
Caro Nuno: vamos a isso?
ResponderEliminarNuma coisa destas, eu até ficava ao pé do Anacleto.
ResponderEliminarJá agora, ficava antes ao pé da Aninhas Drago...
(Outro apartidário)
Até uma iniciativa destas tinha de ser em Lisboa...
ResponderEliminarBom, bom bom...
ResponderEliminarNem tanto... Politicamente falando.
Caro amigo, por muito que você o mereça, estar a fazer 300 km por uma causa perdida... Para isso espero pela próxima iniciativa no Porto... Ou em Braga e aí vou !
ResponderEliminarNão, meu caro, eu referia-me a fazer a coisa no Norte, à nortenha. Tudo muito simples:
ResponderEliminarReuniamos a tropa no Campo 24 de Agosto. Tocava o cornetiam, hasteava-se a bandeira azul-branca e repristinava-se a Carta Constitucional..
Depois subíamos aR. do Bonfim e iamos almoçar uns filetes de polvo ao Aleixo, enqanto esperávamos a chegada d´El-Rei, no pendular, a Campanhã.
Seguia-se singela cerimónia de aclamação, ali mesmo na gare.
E vivendo, a aprtir de então, num País finalmente livre, o Amigo podia dedicar-se à criação do Partido Sidonista para animar um pouco mais o Parlamento.
Eu pedia a reforma e dedicava-me em paz e sossego às minhas memórias.
Senhor Ega,
ResponderEliminarEm "virtude" ao seu "supra comentário", ponho desde já a minha caléche à disposição de V. Exª, com todos os artefactos necessário a tal acontecimento, a saber: Jarbas o motorista, uma quantidade indefinida de pasteis (depende do que eu conseguir roubar ao Costa) e a minha caixinha de Férrero (a original, que a do anúncio é uma cópia chinesa)
Cumprimentos,
Marquesa de carabás
Meu caro Ega, você anda distraído meu amigo, então não sabia que a "bandeira azul e branca" desde o fim dos tempos da monarquia que é içada praticamente todos os anos na Alameda do Dragão ? E olhe que para este ano se repetir a efeméride já falta pouco !
ResponderEliminarE nessa sua revolução, em vez de Campanhã podíamos fazer a aclamação em S Bento que assim íamos à açorda ao Escondidinho na Passos Manuel. Aproveitava o sítio pela sua história e refundava o PPD, o verdadeiro !
E já agora que é que seria o Rei, o Duarte Pio, o Italiano ou as herdeiras de D Maria ? É que eles já são tantos e os livros já foram escritos de tantas maneiras que de caminho até eu pertenço à Casa de Bragança !!!! Bom podíamos romper a linhagem e aclamávamo-lo Rei a si que ficava tudo "em família" !!!! Tenho por certo que ao fim de umas três ou quatro garrafas de Cartuxa até unificávamos a península !
Exma. Srª Marqueza, olhe os diabetes minha cara Senhora, olhe os diabetes !
ResponderEliminarNão, meu caro, Eu para Rei não sirvo. Dá muito trabalho, tira-me toda a liberdade de fazer aquilo que gosto, que é sempre o que me apetece.
ResponderEliminarCerimónias, protocolos, fardas, aturar chatos, agendar maçadas... Pobre Rei, não lhe invejo a sorte.
Ainda por cima, posto de pequenino a aprender a função que o espera um dia...
Não fora a minha convicção nas vantagens da Monarquia,,, não era monárquico pensando não ser exigivel a uma pessoa cumprir o destino de ser rei.
Falo a sério.
Agora, meu caro, não invente por favor italianos, fadistas, etc, etc. Nem Soares, Alegres, e outros que tal.
Continuamos, é claro, na Dinastia de Bragança.
E democraticamente submeto-me ao Escondidinho. Nos dias que correm, não deve ser preciso reservar mesa...
Sra. Marquesa:
ResponderEliminarO amigo Nuno tem toda a razão. Eu muito prezaria pasteis roubados ao Sr. Costa (tal como outrora os estudante coimbrãos se pelavam por gansos caçados nos jardins municipais). Mas o meu problema é o colesterol.
A idade não perdoa, Sra. Marquesa!
Eu não invento ninguém meu caro, em Itália até fizeram um debate com os dois e tudo...
ResponderEliminarE não foi lá a D Maria que vendeu o título ao Italiano ?
E a dinastia de Bragança não está vetada aos descendentes de D. Miguel pelo tratado de evoramonte ?
Bem sei que não percebo nada de Reis e Rainhas é por isso que o aclamava a si meu caro, pelo Rei e pela grei !
Senhor Nuno F. Couto,
ResponderEliminarVai-me desculpar a intromissão, mas é só para dizer que esse episódio já deu. Passou no 31 da armada durante longuissimos meses e, o elenco chegou ao fim absolutamente exausto. Pelo que não creio que ninguém já tenha forças para lhe explicar a sucessão toda outra vez.
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
Exma. Marquesa.
ResponderEliminarCom todo o respeito que me merece Vxa. venho pois por este meio atestar que o problema da sucessão ao fictício trono de Portugal ultrapassa essas questões discutidas e rediscutidas quanto baste na blogosfera.
A questão que se me levanta não é mais que se nem os monárquicos se entendem, como querem eles fazer crer àqueles que embora sentindo-se republicanos, acham que a república falhou; que ter um Rei resolve as questões de fundo da democracia em Portugal ?
Note bem que muito prezo o diálogo com as pessoas monárquicas da blogosfera, muito em especial pelo conhecimento que denotam da história e das demais falhas da república, a minha questão no fundo é se a monarquia nos dias que correm não é mais que um novo sebastianismo ?!!!