terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Homofóbico não sou

 


Eu até percebo a tentação de se arrumar uma pessoa inteira (e porque não uma ideia?) dentro dum rótulo... e agradeço ao Tiago por me ressalvar de tão desagradável epíteto.

10 comentários:

  1. O que é um homofóbico?
    Nesta repúblicana ditadura somos todos nós, amordaçados e impedidos de dizer que não conseguimos entender a homossexualidade senão como um comportamento anormal (no sentido de que não é normal nem condizente com a natureza não hermafrodita do ser humano).

    Em duas palavras: a homofobia é uma arma. Poderosa e utilizada impiedosamente pela esquerda contra os conservadores.

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  2. Há aqui uma questão de dois pesos e duas medidas, como escreve hoje FNV no Mar Salgado "As manifestações pela liberdade, pela Palestina e contra a globalização, podem incluir nazis, anti-semitas, anarco-fascistas do Bloco Negro, pós-estalinistas, enfim, a fauna toda: o que interessa é "a causa"."

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  3. Apoiado caro amigo. (De alguém que até tem orgulho quando a esquerdalha o chama de homofóbico)
    A homofobia traduz-se numa concepção que considera que o problema homossexual tem uma solução, digamos, permanente, uma espécie de solução final para o problema homossexual, mas a maioria das pessoas chamadas de homofóbicas, são simplesmente pessoas que consideram que a homossexualidade não deve ser colocada ao mesmo nível da heterossexualidade.

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  4. A homofobia o que é? Achar que as relações homossexuais não são iguais às heterossexuais? Que os homossexuais são pessoas que se dedicam a práticas aberrantes e contra-natura ? Ou (na realidade) achar que os homossexuais devem ser exterminados , é essa a verdadeira homofobia.
    Na realidade na lógica deturpada e degenerada da esquerda, todos os que contra ela estão são homófobos, são-no S. Paulo e todos os Papas e líder religiosos cristãos, são-no Kelsen e os autores da Escola Austriaca (entre eles Carl Popper), e são-no todos os conservadores.
    Quanto a mim o que dois homossexuais fazem em casa é com eles, não andem é pela rua a aprego-à-lo nem a exigir direitos que não têm, mas sou sincero o simples acto de dois homens andarem aos beijos é nojento (ora a esquerdalha vai já dizer, é homofóbico)...

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  5. Bem sei, João, que não é. Aliás, se fosse, não aceitaria a adopção por casais homossexuais.

    O post que linka é, simplesmente, um esclarecimento, pois acho que do primeiro tinham ficado alguns mal-entendidos desnecessários.

    Tal como digo por lá, nem todos são iguais.

    Um abraço,

    TMR

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  6. Caro Tiago: Eu reconheço a um homossexual todos os direitos e a dignidade que lhe é intrínseca como criatura de Deus - não pelas suas apetências libidinosas, assunto o qual não me interessa para nada e que julgo não confere qualquer estatuto especial a ninguém.

    Obrigado pela visita

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  7. Agora é que fiquei com as ideias baralhadinhas de todo.

    Então a manif de sábado passado não era contra o casamento homossexual (e, consequentemente, a adopção por casais homossexuais)?

    Se não era, para que foi organizada?

    (Sendo que ser contra o casamento homossexual não é exactamente a mesma coisa que ser homofóbico, julgo eu).

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  8. Mas o sr. João Távora aceita a adopção por casais homossexuais? Ou por outro lado aceita que em alguns casos, excepcionais um homossexual possa adoptar, como por exemplo o filho do companheiro/a falecido, que sempre com eles viveu e cuja mãe/pai não tem condições para o filho com ele/a viver (único caso em que aceito a adopção).

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  9. Caro Réspublica: Considero que a homossexualidade não retire per si competência para a adopção. No entanto, deve-se privilegiar sempre a opção pelo modelo mais próximo do natural, ou seja homem e mulher, desde que comprovadamente competentes para a função. Este foi o assunto em tempos de um texto meu, que não deve ser mal entendido.
    Cumprimentos

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