quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pouco para celebrar

Entrámos no ano do centenário: tempo para balanços, tempo para conhecimento.

17 comentários:

  1. Diz que a plebeia Letizia está de novo grávida.

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  2. Eu sei que os talassas não gostam mas para celebrar há muito, tanto da !ª. como desta 2ª. República
    E esqueçam a mania de chamar República à Ditadura Salazar/Caetanista.

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  3. Cem anos da Republica , aquela coisa que surge sempre representada por um busto feminino com um barrete frígio na cabeça.
    1910 - 1926, Descalabro crescente até atingir o paroxismo do abismo da bancarrota nacional.
    1926 - 1928, Ditadura Militar, pouco melhorou a situação.
    1928 - 1933, Ditadura Nacional, regularização da situação interna a todos os níveis, com ênfase na recuperação das finanças publicas.
    !933 - 1974, Estado Novo, com todos os seus cambiantes, até à "debacle " da primavera Marcelista.
    1974 - 2010, Descalabro crescente até atingir o paroxismo do abismo da bancarrota nacional.
    Celebrar o quê?

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  4. Sr. Coelho: situe-me então no tempo, sff, a II República. É que à actual todos chamam a III. Todos, sem exclusão dos próprios republicanos.

    E já agora: como a ditadura salazarista durou 48 anos, a República comemora, afinal, no seu ponto de vista, o seu 100º ou o seu 52º aniversário?
    Antecipadamente grato,
    J. da Ega

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  5. Está enganado. Há muita gente que o diz mas isso é um problema português, falar do se não sabe. Os Republicanso que sabem não dizem, nem os monárquicos que sabem o dizem. É uma questão de cultura política.
    Os anos contam-se, como deve saber, com base numa data inicial.Nãom foi por ter havido a tristeza em que Portugal mergulhou durante 48 anos, que a República deixou de ser implantada, felizmente, em 5 de Outubro de 1910. O meu amigo não deixa de ter a idade que tem, lá porque esteve umas temporadas doente.
    Portugal esteve doente durante aquele período, a República não deixa de fazer 100 anos.
    Foi com gosto.

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  6. Pouco para celebrar, mas nessa não-celebração vai gastar-se rios de dinheiro. Será que saiu o euromilhões ao Estado e não me disseram nada? É que continuo a pagar impostos - para " isso "??? E a privar-me de coisas realmente necessárias...

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  7. Estou esclarecidissimo.
    Eu não deixo de ter a idade quie tenho por estar doente.
    Não deixo de ter a idade que tenho NEM DEIXO DE SER QUEM SOU.

    Donde: em 100 anos de vida, viver 48 anos doente, não augura nada de bom para o futuro da República.

    Aliás, vê-se bem que depois de 48 anos acamada, ainda agora não proporviona grande bem estar aos portugueses.

    Muito obrigado, sr. Coelho!.

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  8. Caro sr. o 100 é de 100 de regime republicano, sabe como se chamava a constituição de 1911 e de 1933, Constituição Política da República Portuguesa, Salazar até poderia não querer uma República mas sujeitou-se a isso por decisão do Carmona.
    Até em França se procurou de início considerar o regime de Vichy como parte da III República.

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  9. Caro senhor,
    1º. Quando se comemora a independência de Portugal, 1143, não se lhes retira os 80 anos de ocupação filipina.
    2º. Salazar manteve a designação porque lhe convinha. Alguma vez o ouviu dar vivas à República ?Acha que um ditador é republicano ou monárquico ?
    3º. Quanto a Vichy, aí tem um bom exemplo.

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  10. Sr. Coelho;

    Eu não deixo de ter a idade que tenho por estar doente.
    E, estando doente, não deixou também de ser quem sou.
    Tal como a República que comemora 100 anos, tendo estado «doente» durante 48.
    É uma saude frágil e pouco auspiciosa.

    Tentei já há pouco responder-lhe mas, por razões que ignoro, o comentário não «saiu».
    Espero ser meçhor sucedido desta vez.

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  11. Pois não, Sr. Coelho. Aliás a História regista esse período como a «Dinastia Filipina».

    E, quer queira, quer não, o período 1926/74 faz parte da República e ficou para a História como o «Estado Novo»
    «Novo», mas doente, diz V. e eu concordo.

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  12. Sr.Ega,
    O comentário chegou e já lhe respondi.
    Preferia que este tivesse chegado primeiro. Teria respondido de outra forma,talvez mais cordata.
    De qualquer modo parece que não quer entender o que eu escrevo, por isso dou por aqui encerrada a conversa.

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  13. Pelo menos na doença estamos de acordo. É um princípio.

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  14. Ela tem de engordar de alguma maneira...

    Educadinha

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  15. Minha Senhora tem carradas de razão, o desvario com os dinheiros públicos anuncia-se trágico, como exemplo pode ver-se a noticia amplamente divulgada de a Câmara Municipal de Paredes, ter aprovado no seu orçamento a verba de 1 MILHÃO DE EUROS, para a instalação de um mastro e bandeira comemorativos do centenário da republica. É a loucura, não há mais comentários a fazer.

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