João Camossa, ilustre monárquico e pensador livre será evocado a 26 de Janeiro às 18h30 - de hoje a oito dias pelo Centro Nacional de Cultura de que foi fundador em 1945. Lá estaremos.
João Camossa, ilustre monárquico e pensador livre será evocado a 26 de Janeiro às 18h30 - de hoje a oito dias pelo Centro Nacional de Cultura de que foi fundador em 1945. Lá estaremos.
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
Não posso deixar de voltar ao blog só para render as minhas homenagens ao grande João Camossa.
ResponderEliminarE recordar saudosos tempos em que ele se batia com Jorge Miranda, Gonçalves Pereira, Vital Moreira e tantos mais em longos debates sobre a 1ª revisão constitucional.
Monárquico de alma e coração e mais genuino anarquista que alguma vez conheci. Foi muito com ele que aprendi o que é a liberdade. Ou as liberdades, como ele dizia.
Sempre presente, grande Camossa!!!
Tenho a subida Honra de trabalhar no espaço que foi o seu Escritório e onde voltava regularmente para dois dedos de conversa. Se bem que a minha geração seja outra.
ResponderEliminarPor vezes ainda aqui chega correio a ele endereçado.
Não conheci João Camossa , de todos os anarquistas (ou dados como tal) que me recordo de conhecer, o único anarquista verdadeiro que conheci e gostei foi o Mário Henrique Leiria.
ResponderEliminarMeu caro Velho da Floresta:
ResponderEliminarJ. Camossa declarou um dia que «havia de matar o Estado pela fome»...
Vai daí, contas de luz e água...
Imagine um senhor de barba pela barriga, com a mais sublime conversa, despreocupado com tudo, rejeitando todos os poderes e instituições, sereníssimo.
sempre fiel ao Rei. Porque na sua ideia, era possivel não haver Estado (centralismo), mantendo-se o Rei. Ou seja, a referência nacional.
Aprendi muito com o «velho» (dizia-se então) Camossa.
E manda a justiça se diga: a sua vida final foi dificil. Suavizada por um grande amigo dele que era republicano.
El-Rei estimava-o muito.