quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Discos da minha vida – 93

 



 


Wish You Were Here


Pink Floyd


Harvest - 1975

39 comentários:

  1. Grandíssimo álbum. Provavelmente o melhor dos Floyd, e a competição é feroz.

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  2. Sim, sim, sim e mais estes, More, Obscured by clouds, Ummagumma, Saucerfull of secrets, The piper at the gates of dawn, Dark side of the moon, Atom heart mother, Meddle.
    E para apreciadores eis as duas versões de Arnold Layne, ambas com Syd Barrett

    http://www.youtube.com/watch?v=bhJYqa_htCY

    http://www.youtube.com/watch?v=EQTFRq1hjtM

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  3. Dificil ultrapassar o Dark Side. Mas este leva a medalha de prata. E o Meddle tem também trechos inesquecíveis (sobretudo o 1º).

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  4. Imprescindível. Um dos melhores álbuns de sempre.

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  5. Com o devido respeito amigo Ega, o Live on Berlin do Roger Waters é melhor.
    Aquela junção com os Scorpions, aquela entra inicial...
    http://www.youtube.com/watch?v=NC_6i9V_pUY&feature=related

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  6. O melhor post de sempre, sobre uma das melhores bandas de sempre, que infelizmente terminou em 1985 (sim sei é uma declaração polémica) para só voltar no Live 8.
    Waters Rules...
    http://www.youtube.com/watch?v=0wtiNzci1Wc&feature=related

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  7. Caro Réspublica concordo consigo quanto ao Roger Waters, sem ele os Floyd nunca seriam o que foram, mas tenho um lugar muito especial para o génio que foi Barrett.

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  8. Caro Ega de acordo consigo, apenas ponho o The piper at the gates of dawn, antes do primeiro lugar por motivos sentimentais. Mas o Dark side of the moon é um monstro de qualidade e inventividade.

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  9. É certo mas foi Waters que escreveu as melhores músicas e organizou os melhores álbuns dos Pink Floyd, o The Wall era um tributo à sua infância e à morte do pai na II Guerra Mundial, por isso a clara semelhança do símbolo do grande líder à cruz suástica da Alemanha nazi, em particular com os trágico espectáculos de Nuremberga...
    http://www.youtube.com/watch?v=Z9tXRLNiSHQ
    http://www.youtube.com/watch?v=wq4jOy6ag6s&feature=related

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  10. Mãp tem o «In the Flesh»? Ela já leva uns anitos mas o concerto é espectacular.
    Está lá a história toda dos PF. Todos os melhores temas.

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  11. Já sei que irei ser mal-tratado, insultado ou ignorado.
    Mas, tenho 57 anos e percebi o nascimento dos Pink Floyd com SEE EMILY PLAY e ARNOLD LAYNE em Inglaterra e os discos que chegavam cá via amigos ingleses. Esses eram os Pink Floyd do Syd Barrett - os verdadeiros. Esse Roger Waters é um gestor de música que tratou de comercializar e industrializar os Floyd para fazerem música boa para as "quecas" ou adormecer melhor. Também gosto, mas o espírito psicadélico dos Pink Floyd não tinha nada a ver com aquele que o Guilmour e o Waters deram posteriormente ao grupo. Desculpem lá !

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  12. Por mim não será nem insultado nem ignorado, se bem que até 1973 (Dark side of the moon), não considero o Roger Waters como comercializado.

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  13. Agradeço os simpáticos comentários assim como as sugestões de links. Concordo com aqueles afirmam que na prática esta banda terminou em 1985: Os Floyd post Barrett requerem obrigatoriamente Gilmour e Waters. De resto depois de Animals perdi a pachorra para tanta choraminguice suspeito que por causa do excesso de preponderância de Waters e da sua depressão.
    Cordeais cumprimentos

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  14. Amigo Ega, no comentário ao comentário do amigo velho está lá um link, sei bem o filme é excepcional.

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  15. Claro que não é insultado, é uma opinião, mas algumas das críticas feitas ao Roger Waters eram mesmo o contrário de ter criado uma personalização dos Pink Floyd, em particular com o the Wall, para transmitir a sua própria experiência pessoal.
    Essa das "quecas" é que é estranha, veja bem no the Wall a cena do julgamento...

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  16. A seguir ao Animals vem o the Wall, o melhor disco dos Pink Floyd de sempre, é excepcional!!!

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  17. Agradeço o tratamento cordial depois de uma opinião que me parecia outsider. Afinal, não.

    É verdade : os Floyd acabam com Animals onde a faixa DOGS é um dos expoentes maiores do movimento prog. e não psicadélico.

    Sim, é também verdade que a partir daí o Waters começa a chatear, deveras.

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  18. Não foi o Waters que começou a chatear foi o Gilmour que quis ser ele a mandar...
    http://www.youtube.com/watch?v=d78K4rCEfAo&feature=related
    http://www.youtube.com/watch?v=0SlKA2Rgq20&feature=related

    We don't need no education
    We dont need no thought control
    No dark sarcasm in the classroom
    Teachers leave them kids alone
    Hey! Teachers! Leave them kids alone!
    All in all it's just another brick in the wall.
    All in all you're just another brick in the wall.

    We don't need no education
    We dont need no thought control
    No dark sarcasm in the classroom
    Teachers leave them kids alone
    Hey! Teachers! Leave them kids alone!
    All in all it's just another brick in the wall.
    All in all you're just another brick in the wall.

    "Wrong, Do it again!"
    "If you don't eat yer meat, you can't have any pudding. How can you
    have any pudding if you don't eat yer meat?"
    "You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddy!"

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  19. Caro Rés: dewculpe lá, sou preguiçoso e não vou aos «tubos». Quem escreveu a letra de «The Wall»?

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  20. ah ah charade u r

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  21. «O Roger Water é probavelmente o melhor compositor de Rock de sempre... ele era os Pink Floyd»

    Ai era? Esse de certeza não era, mas podemos falar do Roger Waters. Quanto a melhor compositor de Rock de sempre, meu caro comentador, dê mais largas à sua «coltora mosicale». Prubabelmente chigará a outras cuncluzões.

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  22. Não foi a «Educadinha« quem escreveu o comentário. Fui eu Pedro de Bettencourt. Você fala muito da «Educadinha». Porque será? Porque ela o arruma em duas penadas de letras?
    Você é que não sai do 31 da Armada e vende o peixe conforme a clientela.

    Deixe a «Educadinha» em paz, que para além de ser uma mulher inteligente, é divertidissima, séria, e mais: uma bonita mulher, que se pode dar ao luxo de o dizer à boca cheia.
    Eu estou cheio de ver referências à «Educadinha», até de si, que já demonstrou por mais de uma vez, uma tal leviandade de comentários àcerca de quem não conhece.

    Como ela dizia outro dia no meio dos Colegas, pois divertimo - nos com as suas glosas relespublicanas « Se estes cavalheiros soubessem que meço metro e oitenta, os tipos ainda se sentiam pior... vamos vender-lhes «tramoço e peanuts para eles festejarem a Relespública e ficamos por lá até os vermos ficar com o nariz vermelhusco e a fazer o fiado»

    Tenha juízo homem.

    Pedro de Bettencourt

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  23. APC! Sem mais!
    Pedro de Bettencourt

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  24. O mais curioso, para não dizer impressionante, é ver alguém que ora é monárquico ora é passos coelhista defender o «we don´t need no education». Yes, indeed, you don´t need it, that´s why you´re full of prunes.

    Esta sou eu: Educadinha.

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  25. Ora, não diga isso, o mais interessante é (como dizia um professor meu) ver pedras pensantes, Exma. Sr.ª!!!

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  26. Pela primeira vez caro (des) comentador de Coimbra, V Exª disse uma coisa interessante...digna de reflexão...como a figura do «parceiro pensador».

    Aqui no escritório, todos os colegas o admiram....e desejam conhecer o homem do cargo.

    Oh...by the way...agora já se discute a minha altura neste blogue?

    Educadinha

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  27. Pedro,

    Ouve, não vale apena. Isto é puro divertimento. Então vieste falar da minha altura?! Agora, tiraste o sono ao Ega ou Edgar. Já vi o que ele escreveu. Arranjou-me mais uns nicks.
    Passa ao lado...o tipo desve estar mirrado de tanta dor de cotovelo.
    bj

    «Educadinha»

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  28. De qual cargo? É que a comentadora farta-se de falar de coisas que não concretiza!!!

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  29. Concretizar? Eu? V. Exª. o fará, pois que se farta de falar nele...ora vide 31 da Armada.

    Sabe Caro Comentador, V. Exª. tem apetência para julgar facilmente, tirar conclusões fáceis...escolheu a equipa errada.

    Veja bem...já pensou se eu faço parte das Educadinhas que repentinamente se multiplicaram naquele blogue? Ora pense bem!!

    Educadinha

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  30. Ena, agora andamos muito diplomáticos!!!
    Exma. Sr.ª quanto a julgar (fácil ou difícil), é defeito de actividade profissional, mas V. Ex.ª é que andou a comentar e descomentar por tudo o que é blog...

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  31. Homem,

    Não diga disparates. por favor, cale-se um bocadinho, só um bocadinho, e não diga disparates...
    Não me diga que também não sabe ler o que escreve?
    O que nos rimos consigo por aqui...

    Educadinha

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  32. Caro João Távora,

    Sem qualquer pretensão, naturalmente, mas só para explicar o que está na origem do «The wall»...acontece que vivi sempre rodeada de música, e interessei-me em saber mais para além da melodia e das «lyrics». Tudo tem uma razão se ser...

    O que está na origem do «The Wall» foi o facto de Roger Waters ter cuspido na cara de um fã que num concerto no Canadá se comportou de forma perturbadora. Arrependido e envergonhado pela atitude, decidiu construir um muro entre si e o público, daí a produção de "The Wall".

    O conceito do álbum, tal como a maioria das músicas que o compõem, pertence a Roger Waters. The Wall ilustra em ficção a vida de "Pink", um anti –herói, que é perseguido pela sociedade desde os primeiros dias da sua vida. Era sufocado pela mãe e oprimido na escola, então num ambiente hostil, para se defender do mesmo, Pink construíu um muro na sua consciência, assim se isolando da sociedade. A que o perseguia. Construiu, por isso, um mundo de fantasia. Mais tarde, numa viagem alucinante de droga, Pink transformou-se num ditador, ele queria o julgamento do Julgador, esperando que este o forçasse a destruir aquele muro e o obrigasse a entrar no mundo exterior.
    Daí que letras como as deste álbum, assim como outras de Bob Dylan, pela mensagem social e não só que transmitem, são estudadas em literatura e outras matérias de cariz sociológico.

    Educadinha

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  33. cara Educadinha: eu conheço bem o álbum The Wall, que na época ouvi até à exaustão. Vi o filme de Alan Parker no cinema também diversas vezes. No outro dia, incomodado, já não o consegui ver mais de 10 minutos.
    Hoje com a distância dos anos não o incluo nos discos da minha vida. Os "umbigos" são geralmente desinteressantes, amargosos e pouco mais têm que cotão. Não podemos gostar todos do "amarelo".

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  34. Caro João Távora
    Sim é verdade. Mas o que seria do «amarelo» se não gostassem dele?! Pois eu incluo-o na minha discografia, não pela posição que ocupou nas tabelas de vendas nacionais, como sabe, mas pelo seu significado, e esse nunca se perde, mesmo que nos cause alguma indisposição funcional, pela recorrência. A mensagem, essa, perdura sempre.

    Cumprimentos
    Educadinha

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