terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A ditadura da esquerda

Não surpreende a recusa da esquerda de referendar a lei que permite o casamento de pessoas do mesmo sexo. Sabem que perdem. E a esquerda sempre introduziu mudanças que afectaram a natureza do país e da sociedade sem qualquer espécie de consulta popular. Ler mais aqui »»»

10 comentários:

  1. Voltas que o Mundo dá12 de janeiro de 2010 às 11:52

    Dantes, no pessoal de esquerda as mulheres chamavam «companheiro» ao marido e estes «companheira» à mulher, palavra entendida como mais progressista e distanciada dessa coisa medieval chamada casamento.

    Agora, apercebi-me que nos casais de homossexuais esquerdóides, se forem ambos de sexo masculino (digamos assim, por simplicidade) cada «um» refere-se «ao outro» como «o meu marido», e, se forem de sexo feminino (outra vez para simplificar) cada «uma» refere-se «à outra» como «a minha mulher».

    As voltas, absolutamente arrepiantes e dignas de montanha russa do Guiness Book, o mundo dá.

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  2. A verdade é que o Paulo Portas nem piou.

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  3. EXCERTOS DE «MEMÓRIAS DE UM ÁTOMO»:


    Deve ser aqui. Pela morada... Rico prédio. Os patrões hão-de vier bem.
    ...
    - Boa tarde!
    - Boa tarde! É a Sra. Conceição? Entre, entre, eu sou a Isabel. Seja bem vinda a este seu primeiro dia de trabalho. Vou mostrar-lhe a casa e o serviço.
    - Muito bem, minha senhora. Já vejo que há muito que limpar...
    - É, temos uma vida muito trabalhosa, estamos muito tempo fora e...
    - O Sr. Eng., não é? a Sra. disse que o seu marido...
    - Não é meu marido, é a minha mulher...
    - A sua mulher?!?!?!
    - Sim, Sra Conceição, nós somos um casal de mulheres. Casadinhos de fresco, com esta nova lei. Não sabia?
    - Eu? Valha-me Deus. Pois ia lá saber! (Deus me lvre se o meu homem sabe...).
    - É, a Sra. Eng. é minha mulher.
    - Credo!!!
    - ... e neste quarto estamos já preparando o cantinho para os nossos filhos...
    - Os vossos filhos?! Homessa! Então como é que duas mulheres fazem filhos. Oh, minha Sra. nessa não vou. Olhe que Deus pai pôs uma coisa lá no sítio dos homens que sem isso não há meninos.
    - Há, Sra. Conceição, há. Chama-se inseminação artificial, há a adopção. Eu vou explicar-lhe...
    - Não, não minha Sra. Já chega. Olhe, a Sra. se faz o favor arranje outra empregada que eu aqui já vi que me não dou bem. Boa tarde, minha Sra. Credo, valha-me Deus! Se lá na terra alguém sabe! O meu homem ainda me dá com a correia...
    - Venha cá, Sra Conceição. Não tenha medo, é tudo normal. Que mal há em duas mulheres se amarem?
    - Que mal há? Deus não nos criou para essa pouca vergonha. E é proibido. Se o Governo sabe a Sra. ainda vai presa e...
    - Mas o Governo e os deputados é que aprovaram a lei do casamento de pessoas do mesmo sexo...
    - Que quê. Olha aprovaram! eu deitei no Eng. Sócas e ele nunca deixaria uma pouca vergonha dessas. Passe muito bem, minha Sra. Eu vou procurar casa onde haja filhos de pais e mães.

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  4. Não entendo o título, a não ser através de um relativismo radical da noção de ditadura que o João certamente não defenderá.

    A questão que se levanta com este tipo de argumentações é se é legitimo ao Estado definir o genero dos contraentes de um determinado contrato.

    Por exemplo, imaginemos que o mesmo raciocinio que tem sido aplicado ao casamento civil se aplicasse a qualquer outro contrato. Seria legitimo o Estado determinar por lei que no contrato "A" apenas pode ser entre pessoas do mesmo sexo?

    Deveria tal passível de referendo?


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  5. Maria da Encarnação12 de janeiro de 2010 às 18:30

    E ainda há casas dessas Sr. Ega?
    É que aqui a Encarnação precisava de umas horas.
    Pode ser às sextas de tarde , às quintas de manhã e às terça todo o dia. Só não lavo fornos, não limpo janelas e não limpo persianas que me dão cabo das unhas e, não quero casas nem com cães, nem com gatos, nem com passarada. Também não lavo retretes,era o que mais faltava. Não apanho migalhas e não estou para gritaria de catraios. É com 12º, seguro e férias com os senhores na praia por causa das minhas cruzes e sem recibos.Com recibos é que fica um bocadinho menos em conta para os senhores.
    Se for uma casa de um Dr. ou de um Eng, é com uma parte dos lucros, ou lá o que é, para poder ir ver a minha filha que está na França.Por causa disso tenho que ter aquelas férias da Europa dos todos os santos, que é quando a minha filha vai no ski. E também almoço, lancho, merendo a meio da manhã e antes de me vir embora como uma bucha para o caminho.
    Também preciso de tomar duche e trocar de roupa e não uso batas nem aventais.Não faço fritos que me salta o azeite aos olhos e as cebolas têm que ser das nacionais que as francesas não prestam e ardem nos olhos.
    Tem que ser uma senhora asseada e boa dona de casa que eu não gosto de porcarias e se o senhor fizer então o favorzinho era com um telemóvel top de gama, senão não se apanha lá na França. Eu tenho uns pontos do da casa onde estive, é só o patrão depois completar.
    Estou farta de procurar casa e não há meio. Não percebo porquê. Sou muito boa empregada e dou todas as referências. Até tenho uma carta de recomendação em papel azul, toda escrita à mão, por um Doutor, que eu estive lá um mês e meio seguidinho. E vou-lhe contar: aquilo é que era uma miséria. faziam de mim uma moira de trabalho. Isso nunca mais.
    Sãozinha

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  6. Minha Senhora D. Empregada:

    Por acaso, a Sra. Conceição arranjou emprego cá em casa. Quando veio fugida lá daquele lar maluco.

    V. Ex.cia, Senhora D. Empregada, sabe grelhar robalos?

    Em caso afirmativo recomendar-lhe-ia o Eng. Armando Vara. Até porque ele é socialista e, como tal, tem a aobrigação política de a tratar como igual e de stisfazer toda a sua imensa qualidade de trabalho.

    Perante o curriculo de V. Ex.cia eu arriscar-me-ia a ser encadernado por si na pasta dos esclavagistas.

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  7. Não é má vontade minha Ex.ma Senhora D. Probabilissima 1ª Ministra - são estes comentários que vão saindo a empurrão.
    Lembrei-me de lhe recomendar também uma agência matrimonial, onde certamente obteria um emprego adequado ao seu perfi, casando com algum gestor público.

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  8. Jaime Nogueira Pinto é o intelectual e político, sim político, mais coerente da direita neofascista salazar /estado novo), creio que chegou a hora de JNP se candidatar a Presidente da República, e teria uma boa votação sem incomodar a vitória de Cavaco.

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  9. Ai é Contrato?!
    AH, Bom!
    Então está bem. Pensava que fosse casamento.

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  10. "Ai é Contrato?!"

    Sim o casamento civil é um contrato. Basta para tal que vá ler a sua definição na lei.

    "Então está bem. Pensava que fosse casamento"

    Bem isto é que é uma definição redonda: o casamento é casamento... :)

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