(...) Mesmo perante a morte de Deus há uma centelha sagrada que não se apaga. Mesmo na ausência de Deus eu sei que devemos reforçar a trincheira da bondade e fazer fogo sobre tudo o que ponha em causa essa mesma bondade. E o Natal, meus amigos, é o renovar anual dessa centelha. (...)
Henrique Raposo no Expresso
Será bondade fazer fogo sobre tudo...?
ResponderEliminarEu ajudo: sobre tudo, o que .... ?
ResponderEliminaró João Távora, brinquemos ?
ResponderEliminarA bondade, certamente.
Faz-me lembrar o pacifista que mandou lançar a bomba atómica...
Tenho respeito por si e pelas suas convicções, e quando discordo, digo e identifico-me.
Já não posso dizer o mesmo acerca autor do texto que postou, mas eu não faço a apologia da luz e da bondade, passada a fogo por quem discordar...
Saudações.
Quer parecer-me que está a fazer uma leitura demasiado literal ao "fazer fogo"... só isso.
ResponderEliminarjoão Távora,
ResponderEliminarse o fizer literalmente representa o que se sabe que representa; se o fizer em sentido figurado o que conta é a intenção.
Não acha que vai dar tudo ao mesmo.
O problema, como sempre, está na cabeça do autor...
Outra vez, saudações.