Com a ausência de António Costa em campanha, durante duas semanas tivemos a Quadratura do Circulo em beleza na sua versão antiga dos velhos tempos da TSF. Na minha opinião o programa ganhou muito com isso pois a retórica política de José Magalhães é infinitamente mais fluida e livre dos sound bites de encomenda do aparelho, e além disso ele fala sem berlindes na boca como o extremoso edil da capital que inevitavelmente retomará o seu lugar na próxima 5ª feira. Em Carnaxide entenda-se.
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Não vi o de ontem à noite mas no programa da semana passada Magalhães passou o tempo em pose de caça, apontado a Pacheco Pereira, em constante interrupção e a roçar o insultuoso.
ResponderEliminarAdoro uma boa luta, mas há contextos em que prefiro o tom cavalheiresco. A Quadratura é um deles. Até aceito que Magalhães tenha outra energia. Mas empregá-la a usar um modelo de hostilização parlamentar para um debate que se quer de outro nível torna-a quase descartável. Costa, mesmo a usar da cartilha partidária, tem mais nível. Doeu-me, mas tive saudades.
Quanto a opiniões, a minha é completamente diferente da sua quanto ao contributo da presença de José Magalhães no programa, mas isso não vale a pena discutir. Quanto a factos, se se entender “versão genuína” no sentido de versão original sob a qual o programa ganhou notoriedade, então aí vale a pena corrigi-lo porque a posição de Lobo Xavier era ocupada originalmente por Nogueira de Brito.
ResponderEliminarAgradeço o seu esclarecimento, A. Teixeira: eu estava equivocado, não conhecia essa fase. Confesso que procurei informação na net que não encontrei e arrisquei (mal) o adjectivo.
ResponderEliminarDesculpe hostilização de quem e a quem? pois devia ter visto o último quadratura do Circulo, aquele majestoso senhor, dono de uma incansável sabedoria inatingível aos demais, até mandou o Dr.Magalhães cantar a Internacional Socialista no mais puro ar de gozo... Haja paciência, para os que " bebem " na sua " fonte ", incapazes de discernir com as suas próprias cabeças... A mim, não me atinge, acho-o mesmo um verdadeiro nojo, e não porque não partilha os meus ideais, mas porque é um apalermado vaidoso e inchado que só porque tem 30.000 livros se acha importante. O senhor António (pastor) sem a quarta classe, é milhões de vezes mais humanista que ele,e de sabedoria nem se fala, bate-o aos pontos...
ResponderEliminarDesde que os berlindes na boca fiquem na SIC e não na CML, eu não me importo nada de ter de ouvi-lo uma vez por semana
ResponderEliminarCaro João Távora,
ResponderEliminarA infelicidade dos seres humanos resulta muitas vezes do desajustamento entre o desejo e a realidade.
A sua estória pode ser ao contrário. E o dito voltar presidente.
Caro Manuel da Mata. Não sei como no meu texto chegou a tal interpretação: eu tenho poucas duvidas que AC será o novo presidente da CML
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