A respeito destes comentários: se tivermos em conta que foram perdidas várias juntas de freguesia que o PSD detinha sozinho, e que a abstenção na cidade de Lisboa subiu de 39,08% em 2005 para 47,89% em 2009, parece-me legítimo afirmar que a coligação de Santana Lopes, esteve longe de ter entusiasmado os seus eleitores naturais, não sendo legitimo justificar a sua derrota unicamente por causa da transferência de votos da CDU para o PS. Dito isto, parece-me que, para quem sabia que ia disputar estas eleições rua a rua, voto a voto, o “caso Câmara Pereira” revelou-se desastroso.
Sobre o assunto ler ainda isto.
Pois claro, no rua a rua, no voto a voto em bairros problemáticos e degradados, então, os monárquicos, só de verem o sr. Câmara Pereira, ficavam possessos.
ResponderEliminarTotalmente de acordo.
ResponderEliminarAbraço
"se tivermos em conta que a abstenção na cidade de Lisboa subiu de 39,08% em 2005 para 47,89% em 2009".
ResponderEliminarÉ bom recordar que a abstenção está altamente inflacionada, estimando-se a existência a nível nacional de pelo menos 900.000 eleitores-fantasma - quantos serão em Lisboa?
Caro Luís: Esses 900.000 eleitores fantasma surgiram repentinamente de 2005 para cá? E quando analisamos os números não devemos ter em conta as proporções?
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ResponderEliminarSim, surgiram. Está relacionado com alteração das bases de dados do recenseamento - muito falado, recentemente.
ResponderEliminarParece-me que para o tipo de análise que o João quer fazer, a melhor forma é comparar o nº de votos e esquecer percentagens de abstenção.